União Homoafetiva e Escatologia

União Homoafetiva e Escatologia

Por Luiz Leite

União homoafetiva é um eufemismo. Neste caso, um termo suave para maquiar uma situação vexaminosa. A homoafetividade, considerando a amizade afetuosa entre pessoas do mesmo sexo é natural. O que não é natural é o engajamento sexual entre indivíduos do mesmo sexo. A isto denomina-se abominação. Este é o termo que a Bíblia utiliza para tal situação. “Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação.” (Lv 18.22).

Por milhares de anos a humanidade interpretou o homossexualismo como uma aberração, salvo em determinadas civilizações e isto por alguns momentos curtos de sua história. Geralmente as civilizações que adotaram tais práticas, a começar pelas emblemáticas Sodoma e Gomorra, enfrentaram declínio e o consequente juízo divino após enveredarem pela senda de tamanha depravação.  Nunca foi conduta normal. A norma sempre foi outra.

O que se assiste em nossos dias é a legalização desse estado de absoluta bestialização da sexualidade humana. Os números apresentados pela última pesquisa  (ainda que possivelmente manipulados) apresentaram um resultado assustador: apenas 53% da população entrevistada se manifestava contra a união estável homossexual. A aceitação começa a se mostrar cada vez mais forte e assim vai se tomando por normal o comportamento assimétrico da sodomia.

Todo esse cenário tem um viés escatológico. O Senhor Jesus disse que sua vinda aconteceria em dias como os dias de Noé. A iniquidade multiplicou-se tanto naqueles dias a ponto de não haver um íntegro, senão Noé. De igual forma, em Sodoma e Gomorra a humanidade se corrompera tanto que apenas o justo Ló se salvou…  Os rumos que a sociedade moderna vai tomando atrairá o juízo sobre si e isto não se trata de discurso homofóbico como alguém poderia julgar. O Eterno já interveio na marcha desenfreada da humanidade caída queimando suas cidades e destruindo suas torres antes. Que ninguém se engane, Ele o fará de novo! Os sinais falam por si.

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