Entrevista com Luiz Leite (testemunho)

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Heróis sem caráter

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Por Luiz Leite

Fui apaixonado pela Esquerda, entre outras drogas lícitas e ilícitas, em minha adolescência  e primeiros anos de idade adulta. Os jovens são, por natureza, idealistas, e por falta de exame profundo das ideologias que abraçam, iludidos. Por ter sido um dos tais, tenho paciência para com os comunistas dentro desta faixa etária. Minha paciência, entretanto, que não é de Jó, despenca vertiginosamente quando no trato com comunistas e delinquentes velhos. Neste ponto desconsidero o princípio de respeito e honra devido aos mais velhos e acato o conselho lúcido de Rui Barbosa que disse: “não se deixe enganar pelos cabelos brancos. Os canalhas também envelhecem.”

Uma das marcas da canalhice é a desonestidade. Seu modus operandi institucionaliza o desvio. Falta aos canalhas o pilar central do caráter. Parece que isto é bastante frequente entre os comunistas. Por pautarem sua agenda entre meias  verdades e mentiras, acabam se tornando uma usina de produção de heróis sem caráter. A biografia de quase todos os seus ícones sagrados, venerados como deuses (caídos), é manchada pela corrupção e pelo sangue de milhões de assassinatos chancelados por regimes dirigidos por facínoras (☆) como Stalin, Mao Tsé Tung, Pol Pot, Fidel, entre outras divindades menores. (☆) Se o termo “facínoras” incomoda, pergunte-se aos milhares de milhares de órfãos e viúvas desses regimes por um adjetivo mais apropriado.

No projeto de poder da Esquerda os fins são o que importa. Que se danem os princípios! Às favas com os valores cristãos! Para a esquerda o homem é centro e a própria “raison  d´être” (razão de ser). E Deus? Ora, apenas um instrumento para ludibriar e arrancar o voto e apoio dos pobres, geralmente crédulos. Vimos dia desses um arremedo de missa promovida pela Esquerda que deixou envergonhados e enfurecidos cristãos sinceros de todas as matizes. Eles rezam e fazem o sinal da cruz, mas desonram, pisam e repisam tudo aquilo que a cruz representa. Usam de tudo, até de setores da igreja que se rendem a volúpia pelo poder.

Sua maior arma, a propaganda ideológica, tem por munição a mentira, bem elaborada ou descarada. Gostam de se apresentar como paladinos da esperança, prometendo defender os direitos do indivíduo mas a primeira coisa de que lhe privam é o direito de pensar diferente. O que menos se pode verificar em sua cruzada libertária em favor dos oprimidos, é a  defesa dos humanos direitos. Capitalizam sobre a pobreza e, como ninguém, sabem manipular essas massas carentes de pão, inclusão e justiça. Operam como os barões do tráfico que compram o apoio  dos bolsões de pobreza das periferias carentes, oferecendo-lhes alguns poucos  benefícios enquanto desviam bilhões. Seu discurso paternalista  convincente que promete preencher tais lacunas, arrebata, fideliza e rende popularidade.

Em todos os cantos do mundo onde o engodo da Esquerda se instalou no governo,   aparelhou o Estado e fez calar, por todos os meios, as vozes dos seus contrários, suprimindo toda e qualquer forma de expressão democrática. Causa náusea ouvi-los usar  o termo democracia em seus discursos. São truculentos, mal intencionados e  intolerantes. E isto não sou eu, anti – comunista, que afirmo. É a história! A Esquerda é desonesta moral e intelectualmente. Esta desonestidade passa despercebida aos olhos dos simples pois vem sempre bem embalada, travestida de virtude. Ao afirmar a desonestidade da Esquerda, não estou com isso querendo dizer que a Direita seja o último bastião da verdade. A Direita também corrompe e é corrompida. A Esquerda, entretanto, aperfeiçoou o crime e o levou ao status de “estado da arte” em termos de corrupção. É voraz, violenta, subterrânea, dissimulada, e todo o rosário imenso de adjetivos irmanados a esses.

No Brasil vimos nesses dias ser levado para a prisão o demiurgo de Garanhuns, “a alma mais honesta que esse país jamais viu.”  Julgado e derrotado nas quatros instâncias, continua arrotando insultos à justiça e à polícia federal,  enquanto sua militância insiste em repetir o mantra de “presunção de inocência” como argumento irrebatível contra a suposta injustiça cometida contra o semideus de Pernambuco. Os 16 juízes que julgaram sua causa deveriam ser exonerados por incapacidade! Todos os outros atores do maior caso de corrupção da história (que até hoje veio à tona) admitiram seus crimes e fizeram “mea culpa” público. Os dirigentes da Esquerda que (des)governaram a nação por mais de uma década e protagonizaram a sangria bilionária de recursos públicos negam, desavergonhadamente, qualquer ilícito. Sem o menor pudor culpam a justiça por descobrir suas vergonhas. É mesmo difícil acreditar que alguém possa sustentar inocência por tanto tempo e sob uma tal avalanche de provas. Pois ele diz que vai faze-lo. Seus correligionários acreditam. Como historicamente os comunistas não creem em Deus, resta-lhes crer nesses simulacros mulambentos de deuses (Chaves, Maduro, Kim Jong-un…) que eles mesmos fazem! 
Espero, milhões comigo, que o semideus tupiniquim permaneça o resto dos seus dias em um presídio federal cumprindo a pena que lhe cabe. Espero também que o playboy de Minas Gerais, o velho dono do Maranhão, o camaleão coronel das Alagoas, bem como os demais sangue sugas da nação, sejam em breve alcançados pelo doce mão da justiça e terminem seus dias longe dos palácios de Brasília!

Epístola Geral aos Cristãos da Era Digital

1Por Luiz Leite

Aos irmãos e irmãs internautas espalhados por todos os cantos do mundo, conectados na grande rede internacional de compartilhamento de dados, a Wide World Web, graça e paz da parte do Senhor Jesus Cristo.

O Deus revelado nas Escrituras Sagradas ama a comunicação, é extremamente comunicativo, e melhor, interativo também. O Eterno leva a comunicação a sério. Por toda a história faz uso de todas as mídias disponíveis. Comunica-se através de mensageiros, anjos ou homens, através de sonhos e sinais, através de livros, muitos livros… Falando em livros, no Livro Dele se nos comunica muitos segredos. É lá que se revela um dos maiores mistérios acerca da nossa origem. Podemos nos sentir lisonjeados com o que ali se revela acerca de nós! Pode até parecer pretensioso da parte do homo sapiens mas, segundo as Escrituras Sagradas, fomos criados conforme a própria imagem e semelhança deste Deus! Sendo o Criador um Deus comunicativo e que confere à comunicação tão grande importância, não poderíamos ser diferentes. Fomos formados, segundo o salmista (Sl 139), de modo “assombrosamente maravilhoso”, e uma das maravilhas da nossa criação é a linguagem. Somos seres de linguagem.

Fomos estruturados linguisticamente, por essa razão a comunicação está na própria base do exercício da nossa humanidade. Somos profundamente influenciados por mensagens, e, através delas esculpimos nosso mundo e damos forma à nossa realidade. Jesus afirma que nem só de pão vive o homem. O pão sustenta o edifício físico mas o homem não é meramente uma cadeia de carbono ambulante. O homem precisa de palavras, de mensagem para viver. De toda palavra que procede da boca de Deus, disto viverá o homem, arrematou o Mestre. E se tal mensagem não proceder da boca de Deus, segundo Jesus, tal mensagem contaminará o homem e eventualmente poderá vir a matá-lo! Ainda, segundo Jesus o que contamina o homem, não é o que entra pela boca, mas o sai dela.   

Mensagem é coisa séria. O livro que você lê, a música que ouve, os filmes a que assiste, os sites por onde navega, tudo pode afetar… Somos o que somos, com qualidades e defeitos, forças e fraquezas, por causa das mensagens recebidas e assimiladas ao longo de nossa história. Somos seres altamente sugestionáveis. Mensagens nos programam, nos impulsionam, nos dirigem, nos inspiram, nos alegram, nos libertam… O oposto também sempre é verdadeiro.

Vivemos hoje um tempo de grande revolução em termos de linguagem e comunicação. Os meios através dos quais a linguagem trafega em nossos dias são muito rápidos, instantâneos. A Internet é a grande responsável por esta revolução, a maior revolução no universo das comunicações desde a invenção da imprensa de tipos móveis. Mensagens são o material que movem e preenchem o universo da internet; São a verdadeira substância da qual se forma a realidade virtual na qual estamos cada dia mais imersos. Os encantos, acenos, engôdos e perigos desse novo mundo já tem causado muito prejuízo à muitos. O novo sempre choca, escandaliza, mas é inevitável. Como diz o poeta popular, “o novo sempre vem”. A Internet chegou nos anos 90, o que para minha geração é fenômeno recente. Veio como uma ferramenta poderosa e de múltiplas aplicações. Pode tanto informar como desinformar. Pode edificar como destruir. Pode, tanto iluminar como escurecer, esclarecer como confundir. Enfim, pode ser uma benção, mas também pode ser motivo de tropeço.

Espaço livre onde todos publicam o que querem, cumpre a quem faz uso dela filtrar seus conteúdos. Desse modo, não dê crédito a tudo que se encontra por lá. Há mais lixo e desinformação do que se possa imaginar. Se você se deixar levar por teorias conspiratórias, ataques constantes à fé cristã, questionamentos acerca da Bíblia e seus ensinos, contestação dos valores de família, sexualidade, entre outros, logo, logo, você poderá se encontrar intelectualmente confuso, psicologicamente instável, socialmente deslocado e espiritualmente doente, senão morto! 

O apóstolo João em sua primeira Epístola alerta os cristãos de ontem e de hoje dizendo: “amados não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.” (1 Jo 4.1) Em nosso contexto os falsos profetas não são apenas aqueles que, dentro do universo da religião, distorcem a ortodoxia e forjam heresias. A expressão aplica-se de modo geral à todos aqueles que distorcem os valores e difundem mentiras como se fossem verdade para que tenham justificados seus caminhos e práticas.

Por trás de cada mensagem há um espírito, seguindo uma ideologia qualquer, com uma intenção específica. Não devemos tomar por verdade artigos, fotos, vídeos, documentários que circulam pela Internet pedindo nossa atenção e reivindicando defender a verdade acerca disso ou daquilo. A verdade está em Jesus e sua doutrina. A última palavra sobre o homem e seu destino temporal ou eterno encontra-se em Jesus, o resto é especulação! Não se deixe desvirtuar em seu caminho, não se deixe levar por qualquer “vento de doutrina”, especulações fantasiosas e ideologias que surgem no universo da realidade virtual. Fazendo lembradas as palavras do apóstolo Paulo, “tudo nos é lícito mas nem tudo nos convém”.

A Internet oferece todo tipo de conteúdo. Cumpre a cada um entreter-se com aquilo que é bom e lançar na lixeira aquilo que não presta! 

Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos nós!

Para ler, refletir, ser edificado espiritualmente e intelectualmente visite:

Site da igreja:

http://www.igrejavidacomcristo.com

Blog do Luiz leite:

http://www.luizvcc.wordpress.com

Coluna de luiz leite no portal guiame:

http://www.guiame.com.br/colunistas/luiz-leite/

Canal no YouTube:

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Busca reflexões com luiz leite

País sem vergonha! 2

vergonha do senado

Por Luiz Leite

Às vezes penso que somos um povo dissimulado e covarde. Às vezes tenho certeza! O brasileiro foge do confronto. Está na cara que o brasileiro é um molóide! Nos idos dos anos oitenta, em uma viagem a trabalho do Rio a Salvador ouvi de um alemão, diretor da multinacional em que eu trabalhava, que o Brasil, apesar da riqueza disponível, jamais seria uma super potência. Ofendido, quis logo saber porque desconsiderava daquele modo um país continental. Ele, com a fria objetividade alemã respondeu: Porque vocês não são de briga! São muito mansos! Eu que já lia nas entrelinhas fiquei indignado. O que ele estava dizendo na verdade, de modo semi-cifrado, é que éramos um bando de borrabotas! Fiquei, por muito tempo, brigado com o alemão. Levaria muitos anos para compreender e aceitar aquela verdade amarga.

Os fatos que se desenrolaram diante dos meus olhos atônitos nos 30 anos que se seguiram provaram que a tese do alemão estava embaraçosamente correta. Nós somos mesmo um povo sem disposição para o combate, por mais que a letra do hino nacional  diga que um filho do Brasil não foge à luta. Foge, e foge mesmo! Estamos em guerra. Nossa guerra é diferente. Dá-se de um modo manhoso, preguiçoso, medroso… não temos disposição suficiente para irmos até às últimas consequências… na verdade temos medo das últimas consequências, por essa razão um punhado de homens maus exerce o domínio sobre outros tantos milhões de homens que seriam até bons se não fossem tão medrosos e omissos! Veja-se, por exemplo, o caso do tráfico no Rio de Janeiro. O Estado se comporta de modo covarde no confronto com o crime ao permitir que grandes setores da cidade maravilhosa sejam governados pela bandidagem. Os meliantes estabelecem um estado dentro do Estado, legislam e controlam a vida de milhões, e mesmo quando presos, continuam coordenando operações milionárias de dentro dos presídios federais. Que droga de país é este?

É um país de homens pacíficos ou um país de homens patetas? Lutamos por um dia, dois, mas logo queremos pausa para o futebol, o churrasco… saímos às ruas de vez em quando declarando-nos enfurecidos, mas ninguém quer sujar as roupinhas no protesto! As hienas no poder, que compreendem bem a psicologia das massas e o comportamento do gado, fazem pequenos recuos e pequenas concessões e logo a brasileirada frouxa se aquieta novamente. Enquanto isso os barões do tráfico das drogas nos morros do Rio e os barões do tráfico de influência, entre outras coisas, nos palácios de Brasília, seguem engendrando seus esquemas. Business as usual.

Como toleramos tanto desmando? Não bastasse a crise política e a corrupção endêmica que já se desenrolam há anos minando as forças da nação, não bastasse o desmanche da economia e o subsequente empobrecimento da população, não bastasse a violência urbana que revela a ineficiência do Estado em proporcionar segurança aos seus cidadãos, não bastasse o sistema de ensino, um dos piores do mundo, não bastasse a saúde precária… Não bastasse as falanges da esquerda, da direita, do centro, das empreiteiras, do Supremo, do Congresso, dos doleiros, dos marqueteiros, agora temos mais uma falange querendo se impor sobre essa terra que parece de ninguém!

Quando se pensava que não havia mais o que piorar, uma investida nada sutil, pelo contrário, ruidosa e ostensiva, vem forçando a barra tentando marcar posição e ganhar espaço, aproveitando-se do caos em que o país se encontra. Agora a comunidade LGBT também reivindica um naco do Brasil, afinal isto aqui está uma verdadeira casa da mãe joana! O deputado federal Jean Wyllys e a deputada federal Erika Kokay, maiores representantes da liga gay, resolveram começar pelas crianças. Querem desconstruir a família como a conhecemos, desautorizar a autoridade dos país sobre a educação de seus filhos e legislar acerca de como as crianças devem ser orientadas em sua sexualidade… É difícil acreditar na ousadia dessa gente, tamanho o acinte! Investindo contra tudo e contra todos, erguem o punho e a voz e exigem que as leis sejam mudadas para acolher a nojenta noção que nutrem de mundo moderno. Desnecessário dizer, uma agressão contra a família, um atentado contra infância. A agenda LGBT intenta corromper a sociedade em suas bases para assim molda-la segundo o padrão da anomalia, da aberração aventada como ideologia de gênero.

Tentaram sorrateiramente implantar nas escolas o famigerado kit gay, estratégia dos infernos, que graças a Deus foi combatida e não vingou. Voltaram a atacar, visando novamente as crianças, afinal é na primeira infância que tudo se define. Quem apoderar-se das crianças governa a nação. Como diz o ditado certeiro: A mão que balança o berço governa o mundo! Aproveitando-se da liberdade de expressão garantida pela constituição, recorreram às vias da arte e através da arte, buscam agora propalar sua ideologia doente. A ideologia doente, entretanto, tem costas quentes e suporte poderoso de grandes corporações. É sabido de todos que a Rede Globo com suas novelas promove o homossexualismo. Entra na casa da família brasileira e faz apologia aberta da agenda LGBT. A Disney, através do Disney Channel, ataca pesado ao apresentar o primeiro romance gay em série infanto juvenil!

Surpreendeu a todos como fato novo, o sabão em pó mais vendido do Brasil, da marca Unilever, fazendo campanha comercial em defesa da odiosa ideologia! Comunicado urgente para pais e mães… assim começa o comercial conclamando os pais a aderirem ao projeto proposto pelos ideólogos desta aberração. Não é necessário dizer que este sabão ou qualquer dos outros produtos da marca Unilever a partir desta data não entram mais nada lá em casa! A Avon incita os pais a deixarem os meninos brincarem com boneca e se vestirem de princesa… Junta-se à Globo, Disney, Unilever, a Avon, também o Boticário, revista Veja e outros. Pois bem, não podemos em uma democracia impedir a expressão de opinião de indivíduos e empresas. O que podemos e devemos fazer, no caso das grandes corporações e, simplesmente deixar de consumir seus serviços e produtos. É o mínimo que se espera! Se não conseguirmos fazer pelo menos isto, então somos mesmo um bando de palermas!

Um país sem vergonha!

vergonha do senado

Por Luiz Leite

Quando Charles De Gaulle, presidente da França, disse, em meados dos anos 60, que o Brasil não era um país sério, notas de protesto ressentido se fizeram ouvir por todos os cantos da nação. Enraivecidos, milhões reagiram à observação do francês como se este tivesse chamado sua mãe de mulher de vida fácil. Décadas depois outro francês, Gerome Valcke, secretário geral da FIFA, acirraria os ânimos dos fervorosos patriotas ao dizer, com as obras atrasadas no meio dos preparos para o grande fiasco da copa de 2014 (naturalmente para dar tempo de superfaturá-las ainda mais), que precisávamos de um belo“chute na bunda” para as coisas saírem no tempo apontado.

Se fôssemos mais honestos receberíamos críticas com mais humildade e reflexão mas, como é comum à natureza humana, preferimos naufragar com a bajulação a ser salvos pela crítica. Com todo o respeito aos cidadãos de bem, aqueles que compõem a verdadeira reserva moral da nação, o Brasil talvez não seja uma República das Bananas, considerando o tamanho respeitável de sua economia, mas sem dúvida é um país de bananas! Temos sido roubados descaradamente por um bando de quadrilheiros que se instalaram no poder e toleramos passivamente que esses mequetrefes descarados ainda nos governem!

Estamos em maus lençóis! Não podemos confiar em uma palavra que dizem esses bilontras com seu discurso pronto sobre ética e transparência na gestão da coisa pública. É de causar náusea ouvi-los! Ninguém assume nada. Todos são vítimas de uma conspiração para derrubá-los… Posam de santos, mártires, imaculados como a virgem! Vimos o presidente da república, Michel Temer, pela segunda vez, comprar sua sentença, coisa comum neste país, através de manobra política que envolveu distribuição de dezenas de cargos de confiança. Na mesma semana vimos o Senado Federal, passar a mão na cabeça do senador Aécio Neves, que só não foi preso ainda por causa da imunidade parlamentar. Confirma-se, mais uma vez, ser o senado, com parcas exceções, um covil de ladrões advogando em causa própria. Dos 44 parlamentares que votaram a favor de Aécio, 28 respondem a ações penais ou inquéritos, segundo o jornal O Globo.

Manobras descaradas realizadas por partidos qualificados pelo ministério público federal como organizações criminosas seguem acontecendo no congresso nacional. Quase nada ali reflete os anseios da nação que, a cada dia vê aumentar a agonia… Uma pergunta é comum a todos: Até quando? Vê-se avolumar o coro pelo inconcebível: intervenção militar. Ninguém dentro do Estado democrático de Direito desejaria tal coisa! Mas o clamor que aumenta revela os níveis do desespero de um povo que está cansado de ser achincalhado. Em palestra recente, para aumentar a indignação, o procurador da República Deltan Dallagnol disse que as malas de dinheiro continuam correndo por aí, à despeito da operação lava-jato. O Brasil mata os seus filhos de constrangimento, vergonha e raiva… O recurso dos desesperados nunca é a melhor opção, mas, às vezes, costuma ser a única! Que país é esse? Este é o país que construímos, eu, tu, ele, nós, vós, eles…

Homossexualismo, Pedofilia e Batina

Casos de abuso de criança por parte de sacerdotes católicos mais uma vez estampam (ou sujam) as páginas dos jornais. Em julho registros de pedofilia arrastaram para o centro da cena, desde padres no interior de Minas Gerais a cardeais no Vaticano. Impressiona a regularidade com que os jornais noticiam casos desta natureza. A explosão de denúncias que têm surgido e constrangido o mundo nos últimos tempos revelam os segredos da sexualidade e da moralidade do clero. As práticas, criminosas, diga-se, são antigas, e parecem ter, por séculos, contado com a leniência da cúpula da Igreja. O silêncio e a impunidade dos infratores dão margens para se suspeitar de uma espécie sombria de conivência entre os infratores e seus superiores afinal, nunca houve por parte da Igreja qualquer medida que revelasse de modo contundente sua abjeção acerca desses desvios. 

Como não se trata de um ou outro caso isolado, mas de um fenômeno de proporções que assustam – as estatísticas comprovam – a igreja de Roma tem diante de si um problema seríssimo que vai aos poucos comprometendo sua credibilidade. Escândalos nos EUA, Brasil, Austrália, Irlanda, entre outros países, marcam com nódoas de constrangimento e vergonha a história da velha igreja. Não fossem as frequentes denúncias, que dia após dia surgem, é certo que tais práticas prosseguiriam sendo toleradas nos bastidores das capelas e catedrais. Segundo o Pe. Gino Nasini, um dos poucos estudiosos do problema no Brasil, o assunto trata-se de um “latão de lixo”. Revela que 65% das dioceses “resolviam” o problema simplesmente transferindo o sacerdote acusado para outra diocese. (fonte: IstoÉ). Assim, com a omissão do Vaticano e sob o manto do sigilo as coisas ficavam por isso mesmo! 

O manto deste sigilo, entretanto, tem sido removido nos últimos tempos revelando a intimidade dos não poucos pedófilos e homossexuais em batinas. Eles estão por aí não é de hoje, e são muitos. Farto material em fotos e filmes expõe o que por muitos anos escondeu-se sob os panos quentes de uma espécie de pacto de silêncio (Sim, eles se acobertam!). Por que a igreja se calou por tanto tempo tolerando os padres praticantes de tais desvios? Porque não poderiam condenar aquilo que aprovam. É óbvio que há muitos padres que não são homossexuais ou pedófilos, nem aprovam a conduta, mas temos de convir que não é comum nos púlpitos católicos a reprovação veemente de tais práticas.

Um bispo católico, Dom Antônio Carlos Cruz, no estado do Rio Grande do Norte resolveu no último dia 30/07, tratar do assunto, não para condenar mas para aprovar o desvio, conferindo à homossexualidade status de normalidade! Sua Excelência Reverendíssima choca e agride a boa teologia quando, fazendo uso de uma exegese humanista e questionável, chega ao extremo absurdo de afirmar que a homossexualidade é um dom, isto mesmo, segundo o sacerdote, o homossexualismo é um dom de deus! Sua fala revela uma argumentação sutil e cheia de sofismas que torce o Evangelho para fundamentar a apologia da prática que o próprio Evangelho condena. Certamente a comunidade gay está comemorando (dentro e fora da igreja). Não tarda surgirá outro (senão o próprio), seguindo a mesma lógica torta (distorcendo a verdade para justificar o desvio), afirmando que a pedofilia também é divina. 

Obs. Não errei ao escrever deus com letra minúscula no parágrafo acima. Se o homossexualismo é um dom, sem dúvida vem de qualquer outro menos do Pai das luzes, de quem procede todo dom perfeito. 

Este mundo está mesmo transviado! Assista ao vídeo e confira

 

 

 

 

 

Pobreza, Messianismo Político e Caos

Qualquer pessoa poderia, a julgar por alguns dos meus artigos, chegar à conclusão rápida, de que sou um homem de Direita. Não me sinto confortável com o estereótipo. Mas, se “de Direita” significa a favor da família em seu modelo tradicional e contra o “casamento homossexual”, a favor da orientação pedagógica heterossexual e contra a ideologia de gênero, a favor de um Estado leve e contra o gigantismo estatal, a favor do mérito e contra o paternalismo (ou fisiologismo), a favor da educação e contra a truculência, a favor da liberdade de expressão e contra o amordaçamento dos contrários, a favor da liberdade de credo e contra o cerceamento desta mesma liberdade, a favor do Estado de direito e contra o aparelhamento do Estado por parte de tirenetes oportunistas, então não me incomodaria tanto com o rótulo.

Fato é que sou um homem que já não se acende nem se acirra com as cores e paixões ideológicas. Polarizei política e ideologicamente nos anos verdes da primeira juventude. Quem não o fez? Se você foi um jovem nos anos 80 e usou uma camiseta com a cara do “Che”, saberá do que estou falando. Não diria que os jovens, que à época diziam-se politizados, eram ignorantes. Eram simplesmente ingênuos. Pois hoje não tenho agremiação política. Todas faliram. O esvaziamento ideológico é uma característica marcante do homem pós-moderno mas esse estereótipo tampouco me definiria. O meu caso não se trata de efeito da pós modernidade, ou da modernidade líquida de Zigmunt Bauman. Foi Ortega y Gasset que chamou minha atenção para o desencanto com as paixões ideológicas. Meu encontro com Ortega y Gasset deu-se quando perambulava pelas ruas de Roma em 1993. Em uma frase grafitada em um velho muro da velha cidade o pensador dizia: “Defirnirse di destra, de sinistra, de centro, equivale a autodefinirse imbecille.”

Não faço, com isso, qualquer esforço para defender-me de um enquadramento ideológico. Quem já discutiu política comigo certamente me ouviu atacar a direita com pesadas críticas. Repito, como um mantra, que a elite (política e econômica) brasileira é burra! “Peraí – diria o leitor mais atento -, você estava falando da Direita política e agora está falando da elite… Intercambiando assim os termos você está dizendo que uma e outra coisa são a mesma coisa?” Sim, isto mesmo. A Direta sempre cuidou dos interesses da elite e a elite sempre cuidou dos interesses da Direita. Até aí não há nada de errado. O problema é que a Direita, cuidando dos interesses do capital, nunca lançou um olhar mais cuidadoso sobre o imenso contingente de pobres deste país, nunca teve uma agenda social que atingisse com contundência a perversidade da distribuição de renda no Brasil. E o pobre, mesmo analfabeto, se ressentia.

O ressentimento não era infundado. A casa grande sempre tratou com descaso a senzala. Todos os nossos governantes antes do desastre do lulopetismo, eram egressos da casa grande, das famílias mais abastadas ou das oligarquias políticas dos coronéis da velha escola. Falando em escola, os pobres, sempre escolados na escola da fome, da privação, aguardavam avidamente por alguém que lhes transmitisse o mínimo de consideração, que prometesse e cumprisse as promessas mais singelas e básicas, que lhes ajudasse, mesmo que minimamente, a romperem com a barreira da pobreza na qual se achavam encerrados por gerações, e desse aos seus filhos condições para que não viessem a perpetuar a história de humilhação a que se viram submetidos seus antepassados…

Pois o dia chegou em que um personagem, preenchendo todos os requisitos do messias das classes oprimidas surgiu no cenário e no horizonte da esperança das massas menos favorecidas. Este pequeno roteiro é como uma receita de bolo. É neste mesmo contexto sócio-econômico que se deu a guinada e ascensão de todos os líderes populistas, desde Antonio Conselheiro a Villa, de Lenin a Pol Pot, de Franco a Mussolini, de Castro a Chaves… A lista é grande. O Petismo simplesmente seguiu a receita. Nos dias de seu surgimento, Capitalismo e Comunismo ainda digladiavam-se numa luta encarniçada que havia resultado em revoluções e mortes em por todo o mundo. O Comunismo, que como vimos nos últimos anos, dividiu a sociedade brasileira em vários aspectos, naqueles dias pregava com muito mais vigor a luta de classes, conceito marxista que aponta a tensão e o conflito entre as classes como inevitável e necessário. Em seu delírio, o conflito de classes só termina quando houver uma só classe. Desse modo, nivelam a todos por baixo, reduzindo todos à pobreza. Só assim o Estado pode se apoderar de todos os meios de produção. Na mente comunista, em sua pretensão mirabolante, deve prevalecer apenas uma orientação para conduzir o Estado, que é aquela que procede da cartilha de Marx. Todas as demais devem ser banidas. A ilusão da ditadura do proletariado estava para concretizar-se e o Petismo encontrava-se muito bem posicionado para fazer o melhor uso da oportunidade. Trazia no discurso o vocabulário democrático, mas seus ideais eram outros.

É curioso (e também vergonhoso) ouvir parlamentares comunistas se utilizarem do conceito Democracia e Estado de Direito em sua melopéia no Congresso Nacional (Câmara e Senado). Vimos no último congresso do Foro de São Paulo, em Manágua, na Nicarágua, para nossa vergonha e constrangimento a Senadora Gleisi Hoffmann, que frequentemente recorre aos termos Democracia e Estado de Direito em seus sofríveis pronunciamentos na tribuna do Senado, louvar a ditadura Castrista, e comunicar total apoio do PT ao governo truculento e anti-democrático de Maduro, na Venezuela. Diz a presidente do Partido: “O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela e condenamos o recente ataque terrorista contra a Corte Suprema. Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”. Como tal pessoa e tal partido podem falar de Democracia? Em seu ideal comunista não há lugar para opiniões diferentes e divergentes. Como ousam falar em Estado de Direito? Sabemos bem o que aconteceu com a oposição em todos os regimes onde o Comunismo se instaurou!

O discurso esquerdopata que, seguindo o Manifesto Comunista promete a extinção da desigualdade, soa como música aos ouvidos dos pobres. O PT soube, como ninguém, vender sua utopia e explorar o poder de voto deste batalhão de desfavorecidos ávidos por inclusão. Conquistaram milhões dando-lhes aquilo que mais ansiavam. E o que pediam? Ora, não muito. Tanto que, com tão pouco, estavam contentes. Queriam comer frango, tomar refrigerante, comprar um carro, mesmo usado e, em adição, se possível, ver os filhos cursando o ensino superior… Ora, ninguém pode negar que o PT fez isso! por outro lado, ninguém pode afirmar que a Direita jamais fez isso! Neste ponto tenho que repetir que a Direita é burra! Não só isto! Insensível até! Poderia ter feito muito e mais… Alguém poderia dizer: Mas a ideia do Bolsa Família, entre outros programas sociais já existia… Sim, mas era apenas migalha e nunca impressionou ninguém! Se a Elite burra (política e econômica) não mudar seus programas e não voltar os olhos para essa gente, o lulopetismo ainda pode causar muito transtorno. 

Em política, pobre significa arma, oportunidade, poder, capital político. Com um líder que fala a língua da pobreza e conhece a realidade de outros Brasis que não aquele da avenida Paulista, o PT, adotou os pobres com seu discurso paternalista de todos os populismos que viscejam em meio à miséria. Pobreza e Messianismo político sempre resulta em caos, e sempre surge onde há miséria e desinformação. Desse modo, eletrizaram os milhões que os levaria e os manteria no poder por longos e catastróficos 13 anos. Poderiam se perpetuar no poder por décadas se não fossem tão corruptos. A Direita é burra, mas para nossa sorte, a Esquerda também o é! Menos trágico se fossem apenas burros, mas para nosso desespero são burros e desesperadamente corruptos. Aparelharam o Estado e acharam que poderiam fazer o que quisessem sem prestar contas a ninguém, deslumbrados que estavam. Assaltaram os cofres do tesouro, e destruíram com a voracidade de um cardume de piranhas, em pouco tempo, aquilo que, pela herança do governo anterior e pela convergência de fatores positivos dos mercado internacional, haviam colhido. Levaram o país ao caos político e econômico, expuseram a nação ao ridículo e protagonizaram o maior caso de corrupção da história.

Enfim, Coxinhas e Mortadelas, lideranças e militância, são apenas dois flagrantes constrangedores de uma mesma classe política (não necessariamente o povo, mas os Renans, Jucás, Gleisis e Dilmas…) que causa entojo, ascídio, asco, repulsa, fastio, estuação, talassia, aversão, náusea, desgosto, enjôo, e todos os demais adjetivos que o dicionário apresentar como sinônimo. Ou nos esclarecemos politicamente ou continuaremos a passar muita raiva nas mãos de governos sempre perdulários e irresponsáveis, conduzidos por políticos de baixíssimo nível, em quase todos os aspectos. Acredito que já temos sido demasiadamente abusados por essas raposas. É tempo de dar-lhes o troco, sejam as raposas de Esquerda, Direita ou Centro! Sem paixões. Sem estima por agentes da corrupção. Sem imbecilidade política, afinal como disse Ortega y Gasset: “Defirnirse di destra, de sinistra, de centro, equivale a autodefinirse imbecille.”