Homossexualismo, Pedofilia e Batina

Casos de abuso de criança por parte de sacerdotes católicos mais uma vez estampam (ou sujam) as páginas dos jornais. Em julho registros de pedofilia arrastaram para o centro da cena, desde padres no interior de Minas Gerais a cardeais no Vaticano. Impressiona a regularidade com que os jornais noticiam casos desta natureza. A explosão de denúncias que têm surgido e constrangido o mundo nos últimos tempos revelam os segredos da sexualidade e da moralidade do clero. As práticas, criminosas, diga-se, são antigas, e parecem ter, por séculos, contado com a leniência da cúpula da Igreja. O silêncio e a impunidade dos infratores dão margens para se suspeitar de uma espécie sombria de conivência entre os infratores e seus superiores afinal, nunca houve por parte da Igreja qualquer medida que revelasse de modo contundente sua abjeção acerca desses desvios. 

Como não se trata de um ou outro caso isolado, mas de um fenômeno de proporções que assustam – as estatísticas comprovam – a igreja de Roma tem diante de si um problema seríssimo que vai aos poucos comprometendo sua credibilidade. Escândalos nos EUA, Brasil, Austrália, Irlanda, entre outros países, marcam com nódoas de constrangimento e vergonha a história da velha igreja. Não fossem as frequentes denúncias, que dia após dia surgem, é certo que tais práticas prosseguiriam sendo toleradas nos bastidores das capelas e catedrais. Segundo o Pe. Gino Nasini, um dos poucos estudiosos do problema no Brasil, o assunto trata-se de um “latão de lixo”. Revela que 65% das dioceses “resolviam” o problema simplesmente transferindo o sacerdote acusado para outra diocese. (fonte: IstoÉ). Assim, com a omissão do Vaticano e sob o manto do sigilo as coisas ficavam por isso mesmo! 

O manto deste sigilo, entretanto, tem sido removido nos últimos tempos revelando a intimidade dos não poucos pedófilos e homossexuais em batinas. Eles estão por aí não é de hoje, e são muitos. Farto material em fotos e filmes expõe o que por muitos anos escondeu-se sob os panos quentes de uma espécie de pacto de silêncio (Sim, eles se acobertam!). Por que a igreja se calou por tanto tempo tolerando os padres praticantes de tais desvios? Porque não poderiam condenar aquilo que aprovam. É óbvio que há muitos padres que não são homossexuais ou pedófilos, nem aprovam a conduta, mas temos de convir que não é comum nos púlpitos católicos a reprovação veemente de tais práticas.

Um bispo católico, Dom Antônio Carlos Cruz, no estado do Rio Grande do Norte resolveu no último dia 30/07, tratar do assunto, não para condenar mas para aprovar o desvio, conferindo à homossexualidade status de normalidade! Sua Excelência Reverendíssima choca e agride a boa teologia quando, fazendo uso de uma exegese humanista e questionável, chega ao extremo absurdo de afirmar que a homossexualidade é um dom, isto mesmo, segundo o sacerdote, o homossexualismo é um dom de deus! Sua fala revela uma argumentação sutil e cheia de sofismas que torce o Evangelho para fundamentar a apologia da prática que o próprio Evangelho condena. Certamente a comunidade gay está comemorando (dentro e fora da igreja). Não tarda surgirá outro (senão o próprio), seguindo a mesma lógica torta (distorcendo a verdade para justificar o desvio), afirmando que a pedofilia também é divina. 

Obs. Não errei ao escrever deus com letra minúscula no parágrafo acima. Se o homossexualismo é um dom, sem dúvida vem de qualquer outro menos do Pai das luzes, de quem procede todo dom perfeito. 

Este mundo está mesmo transviado! Assista ao vídeo e confira

 

 

 

 

 

Pobreza, Messianismo Político e Caos

Qualquer pessoa poderia, a julgar por alguns dos meus artigos, chegar à conclusão rápida, de que sou um homem de Direita. Não me sinto confortável com o estereótipo. Mas, se por ser “de Direita” significa ser a favor da família em seu modelo tradicional e contra o “casamento homossexual”, a favor da orientação pedagógica heterossexual e contra a ideologia de gênero, a favor de um Estado leve e contra o gigantismo estatal, a favor do mérito e contra o paternalismo, a favor da educação e contra a truculência, a favor da liberdade de expressão e contra o amordaçamento, a favor da liberdade de credo e contra o cerceamento desta mesma liberdade, a favor do Estado de direito e contra o aparelhamento do Estado por parte de tirenetes oportunistas, então não me incomodaria tanto com o rótulo.

Fato é que sou um homem que já não se acende nem se acirra com as cores e paixões ideológicas. Polarizei política e ideologicamente nos anos verdes da primeira juventude. Quem não o fez? Se você foi um jovem nos anos 80 e usou uma camiseta com a cara do “Che”, saberá do que estou falando. Não diria que os jovens, que à época diziam-se politizados, eram ignorantes. Eram simplesmente ingênuos. Pois hoje não tenho agremiação política. Todas faliram. O esvaziamento ideológico é uma característica marcante do homem pós-moderno mas esse estereótipo tampouco me definiria. O meu caso não se trata de efeito da pós modernidade, ou da modernidade líquida de Zigmunt Bauman. Foi Ortega y Gasset que chamou minha atenção para o desencanto com as paixões ideológicas. Meu encontro com Ortega y Gasset deu-se quando perambulava pelas ruas de Roma em 1993. Em uma frase grafitada em um velho muro da velha cidade o pensador dizia: “Defirnirse di destra, de sinistra, de centro, equivale a autodefinirse imbecille.”

Não faço, com isso, qualquer esforço para defender-me de um enquadramento ideológico. Quem já discutiu política comigo certamente me ouviu atacar a direita com pesadas críticas. Repito, como um mantra, que a elite (política e econômica) brasileira é burra! “Peraí – diria o leitor mais atento -, você estava falando da Direita política e agora está falando da elite… Intercambiando assim os termos você está dizendo que uma e outra coisa são a mesma coisa?” Sim, isto mesmo. A Direta sempre cuidou dos interesses da elite e a elite sempre cuidou dos interesses da Direita. Até aí não há nada de errado. O problema é que a Direita, cuidando dos interesses do capital, nunca lançou um olhar mais cuidadoso sobre o imenso contingente de pobres deste país, nunca teve uma agenda social que atingisse com contundência a perversidade da distribuição de renda no Brasil. E o pobre, mesmo analfabeto, se ressentia.

O ressentimento não era infundado. A casa grande sempre tratou com descaso a senzala. Todos os nossos governantes antes do desastre do lulopetismo, eram egressos da casa grande, das famílias mais abastadas ou das oligarquias políticas dos coronéis da velha escola. Falando em escola, os pobres, sempre escolados na escola da fome, da privação, aguardavam avidamente por alguém que lhes transmitisse o mínimo de consideração, que prometesse e cumprisse as promessas mais singelas e básicas, que lhes ajudasse, mesmo que minimamente, a romperem com a barreira da pobreza na qual se achavam encerrados por gerações, e desse aos seus filhos condições para que não viessem a perpetuar a história de humilhação a que se viram submetidos seus antepassados…

Pois o dia chegou em que um personagem, preenchendo todos os requisitos do messias das classes oprimidas surgiu no cenário e no horizonte da esperança das massas menos favorecidas. Este pequeno roteiro é como uma receita de bolo. É neste mesmo contexto sócio-econômico que se deu a guinada e ascensão de todos os líderes populistas, desde Antonio Conselheiro a Villa, de Lenin a Pol Pot, de Franco a Mussolini, de Castro a Chaves… A lista é grande. O Petismo simplesmente seguiu a receita. Nos dias de seu surgimento, Capitalismo e Comunismo ainda digladiavam-se numa luta encarniçada que havia resultado em revoluções e mortes em por todo o mundo. O Comunismo, que como vimos nos últimos anos, dividiu a sociedade brasileira em vários aspectos, naqueles dias pregava com muito mais vigor a luta de classes, conceito marxista que aponta a tensão e o conflito entre as classes como inevitável e necessário. Em seu delírio, o conflito de classes só termina quando houver uma só classe. Desse modo, nivelam a todos por baixo, reduzindo todos à pobreza. Só assim o Estado pode se apoderar de todos os meios de produção. Na mente comunista, em sua pretensão mirabolante, deve prevalecer apenas uma orientação para conduzir o Estado, que é aquela que procede da cartilha de Marx. Todas as demais devem ser banidas. A ilusão da ditadura do proletariado estava para concretizar-se e o Petismo encontrava-se muito bem posicionado para fazer o melhor uso da oportunidade. Trazia no discurso o vocabulário democrático, mas seus ideais eram outros.

É curioso (e também vergonhoso) ouvir parlamentares comunistas se utilizarem do conceito Democracia e Estado de Direito em sua melopéia no Congresso Nacional (Câmara e Senado). Vimos no último congresso do Foro de São Paulo, em Manágua, na Nicarágua, para nossa vergonha e constrangimento a Senadora Gleisi Hoffmann, que frequentemente recorre aos termos Democracia e Estado de Direito em seus sofríveis pronunciamentos na tribuna do Senado, louvar a ditadura Castrista, e comunicar total apoio do PT ao governo truculento e anti-democrático de Maduro, na Venezuela. Diz a presidente do Partido: “O PT manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Nicolás Maduro frente à violenta ofensiva da direita contra o governo da Venezuela e condenamos o recente ataque terrorista contra a Corte Suprema. Temos a expectativa que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da revolução bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica”. Como tal pessoa e tal partido podem falar de Democracia? Em seu ideal comunista não há lugar para opiniões diferentes e divergentes. Como ousam falar em Estado de Direito? Sabemos bem o que aconteceu com a oposição em todos os regimes onde o Comunismo se instaurou!

O discurso esquerdopata que, seguindo o Manifesto Comunista promete a extinção da desigualdade, soa como música aos ouvidos dos pobres. O PT soube, como ninguém, vender sua utopia e explorar o poder de voto deste batalhão de desfavorecidos ávidos por inclusão. Conquistaram milhões dando-lhes aquilo que mais ansiavam. E o que pediam? Ora, não muito. Tanto que, com tão pouco, estavam contentes. Queriam comer frango, tomar refrigerante, comprar um carro, mesmo usado e, em adição, se possível, ver os filhos cursando o ensino superior… Ora, ninguém pode negar que o PT fez isso! por outro lado, ninguém pode afirmar que a Direita jamais fez isso! Neste ponto tenho que repetir que a Direita é burra! Não só isto! Insensível até! Poderia ter feito muito e mais… Alguém poderia dizer: Mas a ideia do Bolsa Família, entre outros programas sociais já existia… Sim, mas era apenas migalha e nunca impressionou ninguém! Se a Elite burra (política e econômica) não mudar seus programas e não voltar os olhos para essa gente, o lulopetismo ainda pode causar muito transtorno. 

Em política, pobre significa arma, oportunidade, poder, capital político. Com um líder que fala a língua da pobreza e conhece a realidade de outros Brasis que não aquele da avenida Paulista, o PT, adotou os pobres com seu discurso paternalista de todos os populismos que viscejam em meio à miséria. Pobreza e Messianismo político sempre resulta em caos, e sempre surge onde há miséria e desinformação. Desse modo, eletrizaram os milhões que os levaria e os manteria no poder por longos e catastróficos 13 anos. Poderiam se perpetuar no poder por décadas se não fossem tão corruptos. A Direita é burra, mas para nossa sorte, a Esquerda também o é! Menos trágico se fossem apenas burros, mas para nosso desespero são burros e desesperadamente corruptos. Aparelharam o Estado e acharam que poderiam fazer o que quisessem sem prestar contas a ninguém, deslumbrados que estavam. Assaltaram os cofres do tesouro, e destruíram com a voracidade de um cardume de piranhas, em pouco tempo, aquilo que, pela herança do governo anterior e pela convergência de fatores positivos dos mercado internacional, haviam colhido. Levaram o país ao caos político e econômico, expuseram a nação ao ridículo e protagonizaram o maior caso de corrupção da história.

Enfim, Coxinhas e Mortadelas, lideranças e militância, são apenas dois flagrantes constrangedores de uma mesma classe política (não necessariamente o povo, mas os Renans, Jucás, Gleisis e Dilmas…) que causa entojo, ascídio, asco, repulsa, fastio, estuação, talassia, aversão, náusea, desgosto, enjôo, e todos os demais adjetivos que o dicionário apresentar como sinônimo. Ou nos esclarecemos politicamente ou continuaremos a passar muita raiva nas mãos de governos sempre perdulários e irresponsáveis, conduzidos por políticos de baixíssimo nível, em quase todos os aspectos. Acredito que já temos sido demasiadamente abusados por essas raposas. É tempo de dar-lhes o troco, sejam as raposas de Esquerda, Direita ou Centro! Sem paixões. Sem estima por agentes da corrupção. Sem imbecilidade política, afinal como disse Ortega y Gasset: “Defirnirse di destra, de sinistra, de centro, equivale a autodefinirse imbecille.”

 

 

 

 

 

 

 

 

O Destino em Palavras


O Destino em Palavras

Por Luiz Leite

“Estás enredado pelos teus lábios, estás preso pelas palavras da tua boca.” As palavras do sábio Salomão, registradas no livro bíblico de provérbios, apesar de terem sido escritas há mais de 1000 anos, resumem uma verdade que os milênios não podem modificar. Uma pessoa pode se complicar, e muito, de acordo com aquilo que fala. Temos visto no Brasil dos últimos dias pessoas importantes sendo julgadas e sentenciadas à prisão por seus ilícitos. O método infalível e mais ostensivamente utilizado pela polícia federal tem sido o famoso “grampo”, ou escuta telefônica. Os réus têm tido suas vidas complicadas, deixando os esforços da defesa praticamente insustentáveis. Estão enredados pelos seus lábios, presos pelas palavras de suas bocas.

A verdade referida é uma régua que mede a todos de modo equânime. Ninguém pode escapar ao seu rigor. Pode-se tentar escamotear, como fazem nossos agentes públicos que, ad nauseam, a cada oportunidade, desavergonhadamente, negam ciência dos crimes à eles atribuídos. Podem se vitimizar, alegar lisura, invocar os acertos para acobertar os erros, só não podem escapar daquilo que suas próprias boca falaram. As palavras prendem. A justiça talvez fosse mais branda se houvesse da parte de certos réus a honestidade e a coragem de um mea culpa. Esta confissão franca, entretanto, demanda um exame de consciência que nem todos estão dispostos a enfrentar pois sabem que no tribunal de suas próprias consciências seriam condenados.

As vidas de centenas de políticos estão muito complicadas porque tiveram suas falas gravadas e sem saber produziram provas robustas contra eles mesmos. Estão enredados pelos lábios, presos pelas palavras de suas próprias bocas. O caso dos grampos telefônicos é um alerta para todos nós. Sempre há alguém nos observando, ou até mesmo nos bisbilhotando, buscando em nós um deslize para nos enviar para o limbo. Quando mais tarde estivermos no terreno do conflito podem recorrer ao que falamos e usar nossas próprias palavras como munição. Guardar nossa boca diante dos outros revela estratégia, mas não necessariamente virtude ou sabedoria. Mesmo que não haja alguém nos observando, gravando nossa fala, ainda assim precisamos nos guardar e entender que nossas palavras produzirão seus frutos. Elas nunca voltam vazias. Funcionam como sementes e produzem segundo sua espécie. Para bem ou para mal as palavras criam a nossa realidade, governam nosso mundo físico, psicológico, mental, emocional, espiritual…

Há pessoas que usam sua boca de modo desastrado, falando o que querem, sem reflexão. Poucos desconfiam que o destino está sendo tecido pelas palavras de suas bocas. O mesmo Salomão diz em Provérbios 18.7 que “a boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma”. Dezenas de horas de gravação de conversas de certos atores políticos revelam os personagens em seus bastidores. O teor das conversas e a qualidade dos argumentos, demonstram o modo como funcionam. Suas próprias bocas se incumbem de remover-lhes as máscaras. Estão presos pelas palavras de suas bocas!

Vamos, entretanto, deixar por um pouco o poder de destruição das palavras e vamos voltar nossos olhos para aquilo que podem produzir de bom. Nossas palavras podem produzir aquilo que quisermos. Somos seres de linguagem. Fomos estruturados linguisticamente. Fomos desenhados para funcionar de modo linguístico. É no continente da linguagem que se encontram nossos maiores problemas bem como nossas maiores delícias. As palavras evocam os mais variados sentimentos e provocam as mais diversas emoções. Estão sempre carregadas por uma espécie de energia ainda não compreendida, que acende ou apaga a luz, motivando ou desmotivando, alegrando ou entristecendo, criando ou destruindo…. Já que a palavra tem todo esse poder, precisamos leva-la a serio! Se, conforme o texto de Salomão, as palavras da minha boca podem me prender, o oposto também será verdadeiro. Do mesmo modo que prendem, também libertam… Podem destruir, mas também podem construir… Podem adoecer, mas também podem curar…

Há aqueles que sabem do impacto que suas palavras podem produzir e usam suas línguas com sabedoria. Em Provérbios 10.11 o sábio diz que “a boca do justo é fonte de vida”. Estes sabem que tudo está relacionado a palavras. Sabem que elas regulam a temperatura do nosso mundo e providenciam o estofo para a criação da realidade que nos envolve. Sabem que cada um se farta do fruto de sua própria boca. O sábio em seu livro maravilhoso chega ao ponto de dizer que a vida e a morte estão no poder da língua! (Prov 18.21) e diz que quem bem a utiliza comerá o seu fruto! Uau!! Por essas, e por muitas outras razões que não cabem aqui neste breve texto, use bem a sua boca, escolha as melhores palavras, use-as com graça e sabedoria, construa os melhores e mais elegantes argumentos… Pode esperar uma temporada de frutos doces. A vida, sem dúvida, vai lhe sorrir! 

 

 

 

 

 

 

Esquerdismo — a infância da política

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Esquerdismo — a infância da política

Por Luiz Leite

A infância é geralmente caracterizada por um conjunto de comportamentos marcados por pequenas inconsistências, até certo ponto toleráveis, próprias de um indivíduo que ainda não atingiu a idade madura. Dirigida por sentimentos e uma série de pulsões primitivas, a criança é regida pelo princípio do prazer, conceito freudiano bastante comum no estudo e descrição do psiquismo infantil. Por óbvia inferência, nesta fase a razão e o bom senso ainda não orientam o pensamento e nem regulam a ação. Desse modo, não se pode esperar de uma criança grande elaboração nas ideias e tampouco um comportamento que leve em consideração as regras e demandas do universo adulto. Embalada por fantasias e medos, a criança não tem condições psicológicas nem cognitivas para fazer leituras e interpretações balanceadas da realidade complexa que a envolve.

A termo “infância” geralmente remete-nos à cronologia da vida biológica, e quando nos referimos à essa infância estamos falando de uma fase, um estágio no desenvolvimento de um ser humano quando corpo e mente ainda não atingiram sua maturidade. A medida de anos que estabelece quando se atinge a maturidade biológica é fixada por uma régua relativamente bem definida. Existem, porém, outras infâncias e adolescências. Podemos considerar uma infância ou adolescência espiritual, uma emocional/psicológica, bem como uma infância ou adolescência intelectual, política, ou até mesmo financeira… Não existe, para esses casos, um período que defina o fechamento dos ciclos. Um indivíduo pode chegar aos 40 anos de idade cronológica e, apesar de ter alcançado a maturidade biológica plena, apresentar um comportamento de um garoto de 15!

Quando eu era menino, – diz o apóstolo Paulo em sua carta aos Coríntios, – falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. (1 Co 13:11) No contexto da cultura de Paulo, e por extensão, em todo o mundo antigo, não havia o conceito da adolescência. Dava-se um pulo, direto da infância, para a vida adulta. Talvez o caso mais extremado seja o caso de Esparta, onde os meninos, “depois de passarem os primeiros 7 anos de vida com a família, eram enviados para centros de treinamento para serem educados e transformados em guerreiros. Até os 11 anos, o jovem espartano passava pelo primeiro ciclo, a meninice, em que recebia o treinamento militar básico.” Assim, a chamada meninice dos 7 aos 11 anos, era dedicada a treinamento militar básico. Não havia refresco!

A sociedade ocidental moderna mudou muito. Em alguns aspectos, para melhor, em outros, não tanto. Os rituais de passagem nas sociedades antigas, marcavam a transição de fases e, de certo modo, ajudavam o indivíduo a se posicionar e assumir responsabilidades acerca de seu novo papel. Nesses nossos dias, amadurecer e assumir responsabilidades não é algo tão comum como se deveria esperar. Muitos amadurecem fisicamente mas psicologicamente permanecem meninos, manhosos e chorões. Poucas coisas são tão constrangedoras como uma pessoa adulta (faça-se aqui as devidas concessões) vivendo uma relação permanentemente parasitária, às custas de outrem. É absolutamente embaraçoso ver um indivíduo adulto querendo ter suas necessidades supridas por outros meios que não seus próprios méritos.

Os movimentos sociais de esquerda funcionam mais ou menos assim. É a política da primeira infância. A política do “Eu quero porque quero!” é muito perigosa. A criança, segundo a psicanálise, é um perverso polimorfo. Não importa se é do outro… Se não me der eu grito, esperneio, mordo, bato, puxo os cabelos, sem dó…O esquerdismo é infantil em muitos aspectos, por essa razão barulhento, e por definição, baderneiro, desordeiro… Consegue, em casos, até chegar à idade juvenil, mas raramente amadurece. Os arroubos de idealismo incendiados por muita paixão e pouca reflexão, exercem forte apelo ao psiquismo infantil. Não é por outra razão que seduzem as massas que, sem consciência crítica, como crianças, são facilmente encantadas e mobilizadas.

Identifica-se no discurso da ideologia política de esquerda um conteúdo alienante e em nada libertário como querem fazer crer seus ícones. Estados de orientação comunista leninista/maoista, ou de qualquer outra ordem, já provaram-se, historicamente, um erro. Suas populações são infantilizadas e impedidas de amadurecerem. Como poderia amadurecer intelectualmente um povo que tem seu acesso à informação e sua liberdade de expressão cerceada pelo Estado? Até hoje na Rússia existem pessoas que não sabem quem foi Nicolau II, seu último imperador! Mesmerizados pela máquina da propaganda estatal que projetam o ego grandioso de seus líderes, como crianças, olham para as estátuas majestosas como se fossem verdadeiros deuses. O Estado e seus governantes são divindades substitutas e o culto a eles toma lugar das religiões comumente banidas ou reprimidas. Governantes corruptos, desonestos, frequentemente perversos, assassinos cruéis, são venerados como salvadores. É a figura do pai totêmico. Ainda que estejam completamente errados e em débito para com a justiça, faz-se sacrílego aquele que ousar apontar seus crimes. Vê-se claramente nesses grandes experimentos sociais a infantilização de populações inteiras.

Quando eu era menino pensava como menino e como menino abracei a ideologia de esquerda. Justiça social era um tema que me incendiava. A perversa distribuição de renda no Brasil, país injusto e desigual, era a prova que eu precisava para adotar a ideia de que os fins (a promoção da justiça) justificavam os meios (O achaque dos mais ricos). Deveríamos tirar dos mais ricos e dar para os mais pobres. Isto soa muito bonito aos ouvidos de uma criança mas não pode fazer sentido algum aos ouvidos de uma pessoa madura. O discurso esquerdista é infantil, bestializante e mal intencionado. Só se rende aos seus apelos aqueles que são muito românticos (ingênuos) e pouco maduros, psicológica ou intelectualmente. À propósito, veja-se o que um certo Sr. Maduro está fazendo com um lindo país, logo ali do outro lado da fronteira! Qualquer pessoa amadurecida espiritual, psicológica e intelectualmente há de chegar à conclusão que o princípio do prazer – que rege o universo infantil do “eu quero e eu quero agora!” – é a marca inequívoca dos movimentos e regimes de esquerda.

A julgar pelos regimes comunistas ou, se não tanto, simpáticos ao comunismo e de orientação esquerdista, o que se pode observar é estarrecedor. A truculência e a opressão do mais forte governam com mão de ferro, do mesmo modo que acontece com as crianças nas brincadeiras na rua ou no pátio da escola. Como delinquentes juvenis, não querem estudar, não querem trabalhar, e sempre encontram alguém a quem culpar por aquilo que lhes falta. Verifica-se o caos, a baderna administrativa, a sangria dos recursos, a corrupção endêmica, em todos eles, desde a China ao Equador, da Rússia à Venezuela, da Coréia do Norte à Cuba. É óbvio, que nesses “paraísos” onde os pobres são tratados de modo tão “paternal”, a imprensa não pode noticiar, a polícia não pode investigar e o judiciário não pode emitir sentenças… Estão amordaçados!

Em nosso país, o desastre em que nos envolvemos nos expôs ao ridículo diante dos olhos do mundo. Estamos constrangidos e embaraçados… Temos vergonha de um país do qual devíamos nos orgulhar… Se por um lado o vexame nos fez enrubescer, por outro lado podemos ter algum alento e até mesmo dizer graças a Deus, por termos tido nossas vergonhas expostas. É a oportunidade de reconstruir um novo país. Um fato recente, o rompimento da barragem de rejeitos em Mariana, Minas Gerais, é uma parábola triste e que aplica muito bem ao mar de lama em que se encontra nossa administração pública. O dano causado vai levar anos para recuperar, como serão necessários muitos anos para recuperar o nosso, um dia belo e hoje triste Rio Doce. Mas, a lição não pode se perder. O Governo de uma nação como essa não pode ser confiado à crianças, a delinquência juvenil, à irresponsabilidade de baderneiros esquerdistas. Se, entretanto, aqueles que se julgam maduros não tomarem a frente, em uma verdadeira cruzada, os tais baderneiros, para o nosso pesadelo, podem voltar, porque eles falam a linguagem dos infantes, e para o nosso espanto, a maior parte daqueles que tem o poder de voto, não amadureceram ainda (intelectualmente) e são, como já fartamente verificado, massa de manobra fácil. Como já disse Dostoievski, “Pode-se dizer tudo a uma criança – Tudo!” 

 

 

Religiões, filosofias, ideologias… Existe uma melhor que outra?

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Religiões, filosofias, ideologias… Existe uma melhor que outra?

Por Luiz Leite

Religiões, filosofias, ideologias, teorias, metodologias, por mais distintas que sejam, e por mais que, em certos aspectos, se hostilizem, têm um  ponto de contato onde se encontram e se beijam. Todas padecem de uma pretensão incorrigível, uma espécie de moléstia incurável, que é a presunção de apresentar ao mundo o melhor sistema, a melhor, a mais completa e certeira das escolhas. Temos visto nos últimos anos o Brasil chafurdando-se numa crise política e econômica sem precedentes. Na base do colapso político e econômico encontramos as crenças e práticas daqueles que tinham nas mãos as rédeas do país. Não bastasse a soberba pretensão de se acharem senhores da melhor teoria política, achavam também que o modelo econômico desastrado a nós apresentado alguns anos atrás pomposamente como a Nova Matriz Econômica, era a melhor aposta para reestruturar os fundamentos de nossa economia. Paremos por aqui, pois não quero que meu leitor passe mal!

Um sistema de crenças, quer seja religioso, filosófico ou político, uma vez construído, dificilmente pode ser desmantelado. Morrem os homens, ficam as ideias. Às vezes, mesmo mortos os homens, séculos, milênios, serão necessários para o descarte de uma ideologia. Curioso e, em alguns casos, assustador, é ver, vez por outra, ideias que há muito já se consideravam extintas, reerguendo-se de seus túmulos seculares. No contexto da fé religiosa, veja-se o caso do Arianismo, doutrina criada por Ário (256-336 d.C), em Alexandria, Egito. Classificada e condenada como herética no concílio de Niceia (325), a cristologia de Ário parecia ter ali seu ponto final… Através dos primeiros séculos da história da igreja a heresia teve altos e baixos, até desaparecer. Entretanto, após séculos outras heresias voltaram a surgir compartilhando a teologia Ariana. Por volta do final do século XIX nos EUA, surgiu um pequeno grupo de crentes que reuniam-se para estudar a bíblia. O pequeno grupo, mais tarde conhecido como a Sociedade da Torre de Vigia, traria das cinzas a heresia Ariana, pelo menos em parte, adotando uma forma semi-ariana de cristologia. Ário, de algum modo, voltou.

Teorias “científicas” há muito tidas como mortas, começam a se levantar de suas tumbas como verdadeiros zumbis, pondo-se a caminhar por aí. Hoje encontramos nas redes sociais um debate inútil que discute se a Terra é mesmo um globo, como ensina a ciência moderna. Pois, incrível que pareça, há um grupo que contesta e procura provar que tudo não passa de um grande embuste, ou seja, os livros, cientistas, governos e mídias mentem numa espécie de conspiração cuja finalidade não explicam direito. São os crentes na teoria da Terra Plana. Milhares de pessoas, senão milhões, acreditam que a Terra não é um globo, mas uma estrutura plana!

Enfim, ainda que divergentes, providenciando munição e combustível para alimentar guerras insanas, todas as religiões, ideologias políticas, linhas de pensamento filosófico ou científico, partilham a presunção de ter a melhor proposta para os homens e seus dilemas. Desse modo, o católico acha que tem a melhor versão do cristianismo, e mais, detêm as chaves do céu, um vez que, segundo sua doutrina, fora da igreja (católica) não há salvação! Permanecendo no universo das religiões, se considerarmos apenas os três grandes blocos monoteístas, judeus, cristãos e muçulmanos, fica claro para qualquer observador que os mesmos não se beijam. Ainda que não publicado de forma tácita, existe um certo desprezo de uns para com os outros. Beligerância também não falta, notadamente por parte dos adeptos do Islamismo, contra judeus e cristãos. O mundo tem assistido com perplexidade os ataques constantes contra cristãos e judeus se repetirem praticamente todos os meses, senão semanas.

É difícil julgar qual religião, ideologia política, pensamento filosófico é melhor… A princípio, por respeito à diversidade e por força do bom senso, cada sistema é bom, à seu modo. Assim, compreende-se que o julgamento desses valores não é tarefa fácil, mas podemos bem nos utilizar de um critério certeiro que Jesus  Cristo nos dá para que possamos observar os indivíduos e suas ideologias, avaliar e tirar nossas próprias conclusões. A regra simples apresentada por Jesus diz que pelo fruto se conhece a árvore. O critério não deve ser utilizado para julgar, mas para discernir e fazer diferença entre uma coisa e outra. Os frutos produzidos por esses sistemas, ou seja, a sociedade por eles gerada, a civilização por eles construída, é a referência à partir da qual considerações poderão ser feitas.

Como você compra suas frutas no mercado? Existem dezenas, centenas de exemplares diante de você. O que você faz? Observa um e outro, examina, compara, e por fim escolhe… Pelas informações colhidas você elege aqueles que deseja levar para casa. O uso da comparação é um recurso comum e válido para escolhermos o melhor. A julgar pelo estado e qualidade dos frutos, pelas evidências inequívocas que um indivíduo, sociedade ou civilização produzem, podemos concluir se este ou aquele sistema é melhor ou pior.

Podemos comparar os dados e concluir. Há civilizações mais avançadas que outras, sem dúvida… De igual modo, há sociedades mais retrógradas que outras… Para se considerar os níveis de progresso, de avanço de uma determinada sociedade, o fiel da balança é o valor e os cuidados dispensados à pessoa humana. O indicador criado pela ONU no século passado, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), aponta os frutos como resultado do nível de desenvolvimento de uma sociedade. A qualidade de vida é o critério central de sua avaliação. Se há justiça social, se há respeito ao ser humano, se há condições básicas de saúde, educação, moradia, alimentação, emprego e segurança, então estamos diante de fatores sólidos, tangíveis, quantificáveis… Podemos sim, a partir desses fatores (indicadores) dar notas a esses sistemas e pelos seus frutos concluir: Este é melhor do que aquele! Se o fiel da balança é o homem, onde houver melhores condições de vida e mais garantias de liberdade para o indivíduo expressar sua humanidade, sem dúvida, este ou aquele lugar será melhor para se viver!

 

 

 

 

Profetismo Desvairado

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Profetismo Desvairado
Por Luiz Leite

Estamos em 2017. Nem sei como chegamos até aqui! A julgar pelo profetismo desvairado que hoje encontra nas redes sociais grande vitrine e audiência, estamos no lucro… Ufa! Que alívio! O Brasil deveria ter sido destroçado em junho, em agosto, em setembro, em dezembro… Tudo isso em 2016!

Nossa economia, que já vinha flertando com o abismo deveria ter se precipitado num buraco sem fundo… Nossa política que já se encontrava nas mãos de um bando de corruptos certificados internacionalmente, deveria estar agora nas mãos de um renegado filho do cão… Nossas cidades litorâneas, já empesteadas pelo caos administrativo, dengue e crime, seriam devastadas por um tsunami de proporções impensadas…

Tudo isso em 2016, segundo videntes e sonhadores, todos falando em nome do Senhor. Muitas pessoas, das mais impressionáveis, talvez milhares, ficaram alarmadas, sob a sugestão tresloucada dos supostos profetas que, com vozes embargadas, enviaram suas mensagens, acompanhadas de datas tidas como certas para o cumprimento de seus augúrios.

Felizmente, o grande desastre na costa não aconteceu… Pude visitar minha mãe que mora no litoral e levar os sobrinhos à praia, pude nadar, mergulhar… Pude sentar—me relaxadamente e tomar água de coco com meus irmãos e irmãs enquanto as crianças brincavam nas águas tranquilas sob as cores de fins de tarde de beleza extravagante….

O grande desastre do mercado também não se concretizou (o que seria uma maldade para uma economia já tão combalida!). A economia segue, ainda que claudicante e frágil, dando sinais tímidos de recuperação… Não há espaço para enumerar aqui tantas profetadas destes supostos oráculos. Mais um ano pela frente e eles não se conterão. Logo estarão de volta, trazendo suas mensagens, recebidas em transes estranhos, visões e sonhos supostamente vindos do céu.

Foi por essas e por outras que Freud, dentre outros, voltou os olhos para esses fenômenos religiosos e os colocou sob os olhos desconfiados da suspeição. O que Freud e a psicologia vão colocar em questão é a validade destas e de outras muitas farsas que se pode observar no universo das religiões. E quando ousam afirmar que tais videntes padecem de alguma espécie de distúrbio psíquico não erram, nem com isso ferem o sagrado.

Por essa razão as Escrituras são extremamente inclementes com os tais profetas, pois são eles que comprometem e põem em descrédito o ministério dos profetas autênticos. Diz o SENHOR: “Acaso não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: O Senhor diz; sendo que eu tal não falei? Portanto assim diz o Senhor Deus: Porque tendes falado vaidade, e visto mentiras, por isso eis que eu sou contra vós, diz o Senhor Deus.” (Ezequiel:13:7—8)

Fala Deus!

A Jornada

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A jornada

Por Luiz Leite

Estamos no início de mais um grande ano. Digo grande porque a jornada será bastante longa. Cobriremos cerca de 960 milhões de km! Do mochileiro ao caminhoneiro o consenso líquido e certo seria: É muito chão!

Em uma viagem tão longa assim é natural que um imprevisto ou outro venha a acontecer. Teremos que parar várias vezes e por várias razões. A vida, de modo geral, é mesmo assim. Como uma longa viagem. Há momentos que a gente vai ficar tão encantado com uma paisagem que vai querer parar, tirar foto, apreciar, contemplar… Em outros momentos seremos forçados, não por prazer ou escolha, a parar, diminuir a marcha, encostar …

Considerando a metáfora da viagem, na vida nem sempre as coisas fluem, nem sempre funcionam tão rápido e tão suavemente como gostaríamos… Há riscos, buracos na estrada, curvas perigosas, óleo na pista, motoristas irresponsáveis, embriagados e desatentos… Temos que cuidar de nós mesmos, mas estar também atentos aos movimentos dos outros.

Enfim, teremos momentos bons e agradáveis mas desencontros e dissabores também podem acontecer. O avião atrasa, o ônibus atrasa, o trânsito engarrafa, o carro quebra, a geladeira quebra, o gás acaba, o computador empaca, o relacionamento esfria… São as turbulências do vôo, as trepidações do caminho, os ruídos que agridem o silêncio… Em tempos assim os desesperados desesperam, os desequilibrados desequilibram, os loucos enlouquecem…

Não se desespere, não se desequilibre, não enlouqueça… quando as coisas se parecerem confusas, complicadas, quando você sentir—se temporariamente desorientado, tenha paciência, respire fundo, pense bem, pense melhor… Pode ser que você tenha perdido a conexão e o GPS está apenas esperando que a conexão seja restaurada… Ou, pode ser que você tenha deixado de seguir a rota por ele indicada e tomado um caminho errado, mas não se preocupe pois logo ele traçará outro itinerário.

Em situações assim muito vale a resignação dos santos, o recurso da fé, e até mesmo um pouco da indiferença dos estóicos, afinal podemos estar fazendo tempestade em um copo d’água, o que não é incomum. A jornada é longa. Procure manter—se conectado a Deus, não subestime o valor da oração, não negligencie o poder da palavra, não despreze a importância de congregar. Que o Senhor lhe conceda uma jornada feliz!

Feliz 2017
Luiz Leite