Homossexualismo, Pedofilia e Batina

Casos de abuso de criança por parte de sacerdotes católicos mais uma vez estampam (ou sujam) as páginas dos jornais. Em julho registros de pedofilia arrastaram para o centro da cena, desde padres no interior de Minas Gerais a cardeais no Vaticano. Impressiona a regularidade com que os jornais noticiam casos desta natureza. A explosão de denúncias que têm surgido e constrangido o mundo nos últimos tempos revelam os segredos da sexualidade e da moralidade do clero. As práticas, criminosas, diga-se, são antigas, e parecem ter, por séculos, contado com a leniência da cúpula da Igreja. O silêncio e a impunidade dos infratores dão margens para se suspeitar de uma espécie sombria de conivência entre os infratores e seus superiores afinal, nunca houve por parte da Igreja qualquer medida que revelasse de modo contundente sua abjeção acerca desses desvios. 

Como não se trata de um ou outro caso isolado, mas de um fenômeno de proporções que assustam – as estatísticas comprovam – a igreja de Roma tem diante de si um problema seríssimo que vai aos poucos comprometendo sua credibilidade. Escândalos nos EUA, Brasil, Austrália, Irlanda, entre outros países, marcam com nódoas de constrangimento e vergonha a história da velha igreja. Não fossem as frequentes denúncias, que dia após dia surgem, é certo que tais práticas prosseguiriam sendo toleradas nos bastidores das capelas e catedrais. Segundo o Pe. Gino Nasini, um dos poucos estudiosos do problema no Brasil, o assunto trata-se de um “latão de lixo”. Revela que 65% das dioceses “resolviam” o problema simplesmente transferindo o sacerdote acusado para outra diocese. (fonte: IstoÉ). Assim, com a omissão do Vaticano e sob o manto do sigilo as coisas ficavam por isso mesmo! 

O manto deste sigilo, entretanto, tem sido removido nos últimos tempos revelando a intimidade dos não poucos pedófilos e homossexuais em batinas. Eles estão por aí não é de hoje, e são muitos. Farto material em fotos e filmes expõe o que por muitos anos escondeu-se sob os panos quentes de uma espécie de pacto de silêncio (Sim, eles se acobertam!). Por que a igreja se calou por tanto tempo tolerando os padres praticantes de tais desvios? Porque não poderiam condenar aquilo que aprovam. É óbvio que há muitos padres que não são homossexuais ou pedófilos, nem aprovam a conduta, mas temos de convir que não é comum nos púlpitos católicos a reprovação veemente de tais práticas.

Um bispo católico, Dom Antônio Carlos Cruz, no estado do Rio Grande do Norte resolveu no último dia 30/07, tratar do assunto, não para condenar mas para aprovar o desvio, conferindo à homossexualidade status de normalidade! Sua Excelência Reverendíssima choca e agride a boa teologia quando, fazendo uso de uma exegese humanista e questionável, chega ao extremo absurdo de afirmar que a homossexualidade é um dom, isto mesmo, segundo o sacerdote, o homossexualismo é um dom de deus! Sua fala revela uma argumentação sutil e cheia de sofismas que torce o Evangelho para fundamentar a apologia da prática que o próprio Evangelho condena. Certamente a comunidade gay está comemorando (dentro e fora da igreja). Não tarda surgirá outro (senão o próprio), seguindo a mesma lógica torta (distorcendo a verdade para justificar o desvio), afirmando que a pedofilia também é divina. 

Obs. Não errei ao escrever deus com letra minúscula no parágrafo acima. Se o homossexualismo é um dom, sem dúvida vem de qualquer outro menos do Pai das luzes, de quem procede todo dom perfeito. 

Este mundo está mesmo transviado! Assista ao vídeo e confira