Comparação Impossível

Trecho de A INTELIGÊNCIA DO EVANGELHO, da editora Petrus

Muitas batalhas foram travadas para que a fé cristã chegasse até aqui. O Cristianismo, entretanto, não sobreviveu aos inúmeros ataques que sofreu graças aos esforços da igreja, mas deve sua continuidade ao próprio Cristo. O magnetismo imenso que emana da pessoa de Jesus, bem como o apelo irresistível que exerce sobre aqueles que Dele se aproximam, são alguns dos fatores que explicam como sua mensagem rompeu os séculos e chegou até a nós.

Testemunhos podem ser colhidos em todas as eras, até mesmo de pessoas que jamais se fizeram seus discípulos, atestando este imenso fascínio. Disse Albert Einstein:

“Quando criança recebi instrução tanto na Bíblia como no Talmud. Eu sou judeu, mas fico encantado com a figura luminosa do Nazareno …. Ninguém pode ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus. Sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito poderia ser preenchido com tanta vida.”

Alguém disse que Sócrates ensinou por 40 anos, Platão por 50, Aristóteles por 40, e Jesus por apenas 3. No entanto, a influência dos 3 anos do ministério de Cristo transcende infinitamente o impacto deixado pelos 130 anos de ensino destes homens que figuram entre os maiores filósofos de toda a antiguidade.

Ao contrário dos demais mestres, Jesus não apenas descreve o drama do ser humano como também apresenta-se como a solução! Agostinho de Hipona disse: “Eu tenho lido em Platão e Cícero dizeres que são muito sábios e muito bonitos, mas eu nunca li em nenhum deles algo como: “Vinde a mim todos os que estais cansados ​​e oprimidos (e eu vos aliviarei).”

A superioridade esmagadora da mensagem de Jesus não deixa sequer margem para comparação com qualquer outra proposta. Alguém em algum lugar já disse que
Buda nunca afirmou ser Deus. Moisés nunca disse ser Jeová. Maomé nunca afirmou ser Deus. No entanto, Jesus Cristo afirmou ser o Deus vivo e verdadeiro.

Buda disse simplesmente: “Eu sou um professor em busca da verdade.”

Jesus disse: “Eu sou a Verdade”.

Confúcio disse: “Eu nunca disse ser santo.”

Jesus disse: “Quem me convence de pecado?”

Mohammed disse: “A menos que Deus lançe o manto da misericórdia de mim, eu não tenho esperança.”

Jesus disse: “A menos que você acredite em mim, você vai morrer nos seus pecados.”

A Inteligência do Evangelho não é propriamente uma apologia do Cristianismo, mas uma verificação inteligente dos fatos. O testemunho de historiadores famosos não deixa dúvida acerca da dimensão e importância de Jesus e sua influência sobre a humanidade. H.G. Wells testifica: “Eu sou um historiador, eu não sou um crente. mas devo confessar como hsitoriador que este pobre pregador de Nazaré é irrevogavelmente o centro da história. Jesus Cristo é a figura mais facilmente dominante em toda a história.”

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Deus não quer ir embora…

Trecho do livro ELES PROFANARAM O SAGRADO, de Luiz Leite, a ser publicado pela Editora PETRUS em setembro/12

Por Luiz Leite

Segundo dados de pesquisas recentes, estamos na rota certa para a destruição do planeta. Os recursos naturais estão desaparecendo não mais lentamente como se observava no passado. A sanha do consumismo desequilibrado vai devorando tudo em seu caminho. Conforme os especialistas, o planeta não suportaria dois países com o nível de consumo dos EUA, por exemplo. Com o enriquecimento de economias com grandes populações como Índia e China, uma explosão do consumo está a caminho. Para abrir caminho para a voracidade consumista da China que, segundo estudiosos, em breve ultrapassará a economia americana em tamanho, a exploração cada vez mais predatória do ecossistema será inevitável. Para os movimentos defensores da natureza que prestam culto à mãe terra, esta é uma das formas mais repulsivas de profanação do sagrado.

Com o afastamento gradativo da transcendência e o consequente desprezo pelo sagrado, observa-se a dessacralização da vida em todos os quadrantes. Quando a própria vida humana perde o valor, o que dizer das demais espécies? Temos destruído nossas florestas, infestado nosso ar e poluído nossos rios e oceanos. Biomas inteiros têm sido depredados para suprir uma demanda sempre crescente, mas nem sempre justificada. Quando sociedades protetoras de animais fazem protesto contra a matança dos pequenos seres que são sacrificados apenas pelo uso de sua pele em artigos de luxo da alta moda, podemos ter uma pequena amostragem da torpeza da consciência materializada dos supostos síndicos desse grande condomínio.

O homem pós-moderno, encantado pela magia da sua própria criação, com seus computadores superpotentes e demais artefatos que o entretêm, vai banindo o sagrado de sua vida prática. Aquela manifestação ostensiva de credulidade que um dia caracterizou nossa espécie parece estar se perdendo, mas podemos encontrar, todavia, uma relação subjetiva de fé, através da qual o sagrado é retido, escondido em algum lugar do seu inconsciente. Deus está presente e não quer ir embora. Pelo menos por enquanto.