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	<description>filosofia, teologia, psicanalise</description>
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		<title>um dedo de prosa</title>
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		<title>Religião e Ética</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 01:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
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Religião e Ética
 
Por Luiz Leite
Texto publicado pela revista Eclésia, edição de Outubro 2009


Religião e ética deveriam caminhar juntas como “unha e carne”, inseparáveis, pois o discurso desta utiliza-se dos postulados daquela, numa espécie de apelo à consciência dos homens a que se comportem de maneira ideal. O termo “ética,” em sua base etimológica, partindo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1270&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong>Religião e Ética</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p>Texto publicado pela <strong>revista Eclésia</strong>, edição de Outubro 2009</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>R</strong>eligião e ética deveriam caminhar juntas como “unha e carne”, inseparáveis, pois o discurso desta utiliza-se dos postulados daquela, numa espécie de apelo à consciência dos homens a que se comportem de maneira ideal. O termo “ética,” em sua base etimológica, partindo do grego <em>ethos, </em>significa costume, hábito, ou ainda, uso, regra. Não foram, todavia, os gregos que inventaram a ética. Todas as civilizações têm um código ético que compila as regras de conduta pelas quais seus membros devem se orientar.</p>
<p><strong>M</strong>uito embora a ética tenha suas origens mais remotas na própria religião, há uma forma de relativismo que afirma que a ética não é um ramo da teologia, e que não existe necessariamente tal coisa como conduta ideal que se aplique a todos. Para esta escola, <em>“dois pesos e duas medidas”</em> é uma idéia perfeitamente aceitável. Quando tratamos do relativismo na ética, pensamos, em termos práticos, nos liberais, e mais, nos libertinos. Repreensíveis? Talvez nem tanto quanto o rigorismo ético religioso que, com suas normas estreitas, tantas vezes descamba para uma <em>práxis</em> que destoa escandalosamente do próprio discurso despachado com veemência dos seus púlpitos.</p>
<p><strong>R</strong>eza o ditado popular que “o hábito faz o monge.” Os paramentos revestem o homem de uma misteriosa aura de poder, e este exerce sobre os outros certa respeitabilidade que tende a colocar-se acima de qualquer suspeita. As vestes e títulos proporcionam oportunidades sedutoras ao homem de religião. Ao vadiar por este terreno perigoso, muitos têm sucumbido nas lamas fétidas de charcos terríveis, tendo suas almas aprisionadas em cadeias inescapáveis.</p>
<p><strong>A</strong> religião sempre envolveu negócios. São negócios do “outro mundo”. Desde tempos imemoriais sacerdotes mancomunados com reis dividiram entre si o espólio das almas. A instituição religiosa, seja igreja, mesquita ou sinagoga, sempre flertou com o Estado. Poder religioso e político operam de forma simbiótica através da história das sociedades. Esta é um lição básica em qualquer curso de sociologia. O <em>sacrobusiness</em> pode até ser aqui apenas como neologismo, o conceito, entretanto, é mais velho do que a Serra da Mantiqueira.</p>
<p><strong>F</strong>oi veiculado de forma ostensiva há alguns dias a estratégia utilizada por uma grande organização religiosa para movimentar as cifras bilionárias advindas das contribuições dos seus fiéis. As transações evidenciam, segundo investigação do Ministério Público, as maquinações de uma organização criminosa, e não de uma instituição religiosa, isto porque uma organização que sustenta um discurso com as matizes pesadas da retidão deveria, supostamente, ter suas contas tão transparentes quanto sugere o sermão.</p>
<p><strong>V</strong>ivemos um tempo de crise em todas as instâncias. Um taxista amigo meu dia desses me falava da máfia que controla o seu segmento em Belo Horizonte.  Tudo devidamente amparado pelos homens de títulos e togas, naturalmente. Sem a canetada dos tais, aprendi com meu amigo taxista, a coreografia complexa da corrupção não seria o espetáculo que é! Muito se tem falado da crise mundial que precipitou o mundo inteiro num pesadelo de medo e incertezas, como se tal coisa fosse uma novidade histórica. Pois o mundo não está em crise. Sempre esteve. A crise não é de agora. Iniciou-se no Éden, há muito, muito tempo atrás. Foi lá que os vermes começaram a decompor a ética que hoje, mais que nunca, carcomida e combalida, cambaleia, com passos trôpegos, escondendo sob a indumentária vistosa as carnes roídas pelos gusanos.</p>
<p><strong>Q</strong>ue ninguém se iluda com o discurso sempre eleitoreiro daqueles que estão no poder e que anunciam que já estamos saindo da crise, expressando o desejo óbvio de administrar a situação em proveito próprio e permanecer ali, de preferência para sempre. Estamos chafurdados numa crise que tem precedentes imemoriais. Não foi precipitada pela ganância desmesurada e o apetite adoecido do sistema financeiro americano ou europeu. Vem, desde há muito, se alastrando como lepra por todos os quadrantes da vida social. Há cerca de três milênios atrás ouviu-se um grito lancinante ante a corrupção generalizada que ia apodrecendo as bases da sociedade judaica. O salmista angustiado exclamou: <em>“Socorro, SENHOR! Porque já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens.”</em> (Sl 12.1)</p>
<p><strong>J</strong>á não há esperança; já não dispomos de recursos para debelar a sanha da malignidade que se instalou e se espalhou pelo coração humano como metástase. Não, não sou um existencialista pessimista movido pelo desencanto. Tenho, contudo, que discordar de Leibniz que, não sei exatamente em que mundo vivia, afirmou que vivemos no “melhor dos mundos.” Talvez romântico demais, talvez tomado por uma paixão arrebatadora, disse a frase tão frequentemente contestada na história do pensamento. Não podia estar no melhor do seu juízo.</p>
<p><strong>M</strong>entiras, mentiras, mentiras nos palácios de Brasília, nos púlpitos das catedrais, nos auditórios dos hipnotizadores profissionais que entretêm e narcotizam as massas ignaras, que providenciam “pão e circo” para tornar a vida da plebe mais sentida e menos refletida. Resta o pasmo do salmista acima mencionado que, diante da crise nos seus dias pergunta alarmado<em>: “Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo? </em>(Sl 11.3) Parece que os justos pouco ou nada poderão fazer, mas as rédeas da história estão nas mãos Daquele que se assenta no trono cujas bases são justiça e verdade. Ainda que pareça que tudo esteja perdido, a verdade ainda está de pé. Lembro-me das palavras de G. K. Chesterton: <em>“Enquanto as monótonas heresias estão esparramadas e prostradas, a furiosa verdade cambaleia, mas segue em pé.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>O</strong> Senhor da história não está indiferente ao quadro de acinte e insulto à ética. O poeta sagrado parece ter chegado à mesma conclusão ao escrever: <em>O SENHOR está no seu santo templo; nos céus tem o SENHOR seu trono; os seus olhos estão atentos, as suas pálpebras sondam os filhos dos homens. O SENHOR põe à prova ao justo e ao ímpio; mas, ao que ama a violência, a sua alma o abomina. Fará chover sobre os perversos brasas de fogo e enxofre, e vento abrasador será a parte do seu cálice</em>. (Sl 11.4-6)<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Cabeças vão rolar!</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Mitologia e Preconceito</title>
		<link>http://luizvcc.wordpress.com/2009/10/28/mitologia-e-preconceito/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Caixa de Pandora
Por Luiz Leite
Ando mergulhado na mitologia nestes dias pelo fato de me encontrar às voltas com uma viagem para a terra de um dos povos mais místicos do mundo, a Índia; Mas não é da complexa mitologia Hindu que trataremos. Ainda não estou preparado. É confusa demais!
A mitologia nasceu quando os primeiros [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=940&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-medium wp-image-941" title="pandora1" src="http://luizvcc.files.wordpress.com/2009/03/pandora1.jpg?w=300&#038;h=245" alt="pandora1" width="300" height="245" /></p>
<p><strong>A Caixa de Pandora</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p><strong>A</strong>ndo mergulhado na mitologia nestes dias pelo fato de me encontrar às voltas com uma viagem para a terra de um dos povos mais místicos do mundo, a Índia; Mas não é da complexa mitologia Hindu que trataremos. Ainda não estou preparado. É confusa demais!</p>
<p><strong>A</strong> mitologia nasceu quando os primeiros homens assentaram-se ao redor de uma fogueira e puseram-se filosofar&#8230; filosofando embevecidos diante do fascínio arrebatador das estrelas, partiram para os primeiros rascunhos de uma cosmogonia que, para dar sentido a tamanha grandeza, exigia poderes sobrehumanos.  Eis aí pois, o berço dos mitos.</p>
<p><strong>V</strong>oce certamente já ouviu falar sobre a caixa de Pandora. Pois bem, para começo de conversa, a caixa não era de Pandora, pertencia a Epimeteu. O que Pandora tem com Epimeteu? Vamos lá então, dar um passeio pela mitologia dos gregos.</p>
<p><strong>S</strong>egundo a mitologia grega (uma das versões),  <strong> </strong>Pandora foi o nome da primeira mulher.  Foi feita no céu, e recebeu dos deuses os seus vários atributos.  De Vênus recebeu a beleza, de Mercúrio a persuasão, de Apolo a música e etc.  Foi, portanto, um verdadeiro presente, todavia, ainda que revestido de beleza, ocultava um intento maldoso. <strong> </strong>Presente de grego. Segundo o relato, teria sido criada e enviada a Prometeu e Epimeteu com o propósito de puní-los por terem roubado dos deuses o fogo.</p>
<p><strong>O</strong>s deuses incumbiram aos citados titãs, da criação dos animais e da raça humana.  Foram         incumbidos de equipar o homem e os animais com todas as faculdades necessárias à sua         preservação. Epimeteu ficou com a responsabilidade de conceder aos animais capacidades especiais e assim fez. Distribuiu aos animais qualidades como rapidez, sagacidade, força&#8230;  Ao chegar ao homem descobriu que havia esgotado todos os recursos com os animais. O homem, entretanto, deveria ser superior a todos os animais, mas nada de especial sobrara para dar-lhe a distinção devida.</p>
<p><strong>A</strong>o contar a Prometeu, seu irmão, este subiu ao céu, e com a ajuda de Minerva, roubou dos deuses o fogo e dotou o homem com o domínio sobre o mesmo. Com a capacidade de controlar o fogo o homem tornou-se  superior aos animais. A atitude de Prometeu precipitou entre os deuses mais uma de suas infindáveis refregas. Zeus, irado com Prometeu, para enfraquecer os homens, enviou a Epimeteu, irmão daquele, uma mulher como presente. <strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>M</strong>uito embora Prometeu houvesse advertido seu irmão Epimeteu que não aceitasse nenhum presente dos deuses, aquele, encantado, aceitou Pandora. Epimeteu guardava numa caixa vários objetos malignos.  Pandora, tomada de grande curiosidade , sem poder se conter, abriu a dita caixa. Assim, saiu da caixa e  se espalhou por         toda a parte uma multidão de pragas que atingiram o homem, fazendo-o adoecer de um grande número de males no corpo e na alma.</p>
<p><strong>P</strong>andora apressou-se em         colocar a tampa na caixa, mas, infelizmente, escapara         todo o conteúdo da mesma, com exceção de uma única         coisa, que ficara no fundo, e que era a esperança.         Assim, sejam quais forem os males que nos ameacem, a         esperança não nos deixa inteiramente; e, enquanto a         tivermos, nenhum mal nos torna inteiramente desgraçados.</p>
<p><strong>C</strong>onfesso que não me sinto à vontade diante da sugestão que confere à mulher <a href="http://luizvcc.wordpress.com/2008/08/12/mea-culpa/">a culpa pelos males da humanidade</a>.  Se Epimeteu (cujo nome significa: Aquele que age antes de pensar) tivesse sido mais diligente em seu trabalho, não teria cometido o erro que cometeu; Se Prometeu, (aquele que pensa antes de agir)  não tivesse feito nenhuma conspirata com Minerva para roubar o fogo dos deuses, estes não teriam ficado irados à ponto de fazer entornar a bile divina.</p>
<p><strong>P</strong>andora poderia ser indiciada apenas por sua irresistível curiosidade, e isto com atenuantes; agora, penalizar a moça pelos males todos que sobrevieram à intriga de deuses e semideuses, aí já é exagero&#8230; Agora, pensando bem, qual seria a graça do mundo se não fossem as Pandoras?? Nesta versão aparece como punição, mas outras versões dizem que foi dada ao homem como verdadeiro presente. Sem dúvida o mais sublime dos presentes.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Richard Dawkins e a Última Fronteira</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ateismo]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Oxford]]></category>
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Richard Dawkins e a Última Fronteira
Por Luiz Leite
O mais ilustre e badalado dos ateus na atualidade, Richard Dawkins, professor da Universidade de Oxford, afirma que ainda pretende resolver o enigma da consciência. A consciência, para ele,  apresenta-se como a  última das fronteiras onde, supostamente, residem os &#8220;mistérios&#8221; que intrigam e impressionam os místicos de todas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1252&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-medium wp-image-1256" title="Ser Humano" src="http://luizvcc.files.wordpress.com/2009/10/ser-humano.jpg?w=275&#038;h=268" alt="Ser Humano" width="275" height="268" /></p>
<p><strong>Richard Dawkins e a Última Fronteira</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p><strong>O</strong> mais ilustre e badalado dos ateus na atualidade, Richard Dawkins, professor da Universidade de Oxford, afirma que ainda pretende resolver o enigma da consciência. A consciência, para ele,  apresenta-se como a  última das fronteiras onde, supostamente, residem os &#8220;mistérios&#8221; que intrigam e impressionam os místicos de todas as ordens.</p>
<p><strong>D</strong>awkins diz esperar que durante o sec. XXI os vestígios da superstição religiosa sejam definitivamente sepultados. Já está convencido que a<em> &#8220;vida é feita de moléculas&#8221; </em>como qualquer outra coisa. Reduzindo o milagre da vida a um fato corriqueiro, diz que a mesma <em>&#8220;não é mais misteriosa&#8221;,</em> e afirma ter esperança <em>&#8220;que a consciência siga pelo mesmo caminho.&#8221;</em></p>
<p><strong>N</strong>ão há lugar para o mistério na&#8221;religião&#8221; de Dawkins. Tudo se explica, e a deusa Ciência, numa espécie de revelação gradativa, a seu tempo vai lançar luz sobre a ignorância humana e esclarecer, cientificamente, como funciona a consciência.</p>
<p><strong>D</strong>awkins, que se diz ateu, não é ateu coisa nenhuma. Elegeu para si como divindade, a Ciência, a qual cultua e defende com tanto ardor, como eu cultuo e &#8220;defendo&#8221; a Jesus Cristo. Realiza uma &#8220;cruzada&#8221; já há muitos anos para provar os postulados da Evolucionismo Darwinista e, segundo sua religião, o absurdo da reivindicação do Criacionismo.</p>
<p><strong>D</strong>esde que lançou o livro &#8220;O Gene Egoísta&#8221;, em 1976, onde leva o processo evolucionário para o nível genético, vem causando polêmica com suas posições. Se vai desbravar a última fronteira e desvendar o mistério da consciência, duvido, a menos que, dia desses seja derrubado do seu cavalo em sua campanha contra a fé do povo do Caminho!</p>
<p><strong>N</strong>ão será vencido pelo argumento dos teólogos. Não se deixará intimidar pelas ameaças dos fanáticos. Não será impressionado pela complexa e altamente sofisticada estrutura orgânica da vida. Somente um encontro com o Nazareno na estrada para Damasco lhe será fatal. Se me é lícito desejar mal a alguém, desejo que ele caia do cavalo da arrogância científica e, cegado pelo claro, desde o chão, ouça a voz lhe chamar pelo nome dizendo: <em>&#8220;Richard, Richard, dura coisa é para ti recalcitrar contra os aguilhões&#8230;&#8221;</em> Este, sem dúvida, será o mais feliz dos seus dias!</p>
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		<title>Abre aspas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 22:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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A dialética da ética (Lição I)

Pergunta ao deputado federal Paulo Maluf: &#8220;O senhor já roubou alguma coisa?&#8221;
Resposta: &#8220;Não necessariamente.&#8221;
***
A dialética da ética (Lição II)
No auge da campanha [política], a tentação do poder é demasiadamente forte para a fragilidade humana. O fato é que a classe política, com exceções, segue a máxima epicurista, [segundo a qual] [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1239&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>A dialética da ética (Lição I)<br />
</strong></span></p>
<p>Pergunta ao deputado federal Paulo Maluf: <em>&#8220;O senhor já roubou alguma coisa?&#8221;</em></p>
<p>Resposta: <em>&#8220;Não necessariamente.&#8221;</em></p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>A dialética da ética (Lição II)</strong></span></p>
<p>No auge da campanha [política], a tentação do poder é demasiadamente forte para a fragilidade humana. O fato é que a classe política, com exceções, segue a máxima epicurista, [segundo a qual] quando a tentação chegar, ceda logo antes que ela vá embora.<br />
<strong>(Carlos Ayres de Britto</strong>, ministro do Tribunal Superior Eleitoral.)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Hedonismo radical I<br />
</strong></span></p>
<p>Em termos morais, os norte-americanos substituíram o cristianismo por uma nova religião de sucesso. Essa religião não tem vida após a morte nem consideração pelas gerações futuras, pois, sem credo, consiste em consumir o máximo possível aqui e agora.  <strong>(Kenneth Serbin</strong>, professor de história na Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, e autor de “Padres, Celibato e Conflito Social”)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Hedonismo radical II</strong></span></p>
<p>Nunca se viu em toda a história da humanidade um culto ao ego tão exacerbado como nos dias atuais. <strong>(Robert Swarav</strong>, psicólogo)</p>
<p>***</p>
<div><span style="text-decoration:underline;"><strong>Das über mensch</strong></span></div>
<p>O indivíduo do século 21 tem declarado sua independência de modo a ser alguém além do bem e do mal, em que a autonegação, a solidariedade e o partilhar têm sido suplantados pela exaltação de si mesmo, bem ao sabor nietzschiano.<strong> (Lourenço Stelio Rega</strong>, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Noção torta</strong></span></p>
<p>A noção de velhice associada à ideia de decadência e feiura dificulta a cada um o seu próprio envelhecimento.<strong> (Jacob Pinheiro Goldberg,</strong> psicanalista)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Poeta da pesada</strong></span></p>
<p>Punição não é crueldade nem vingança, mas o recurso que resta para deter quem não aceita submeter-se às normas do convívio social. (<strong>Ferreira Gullar</strong>, poeta)</p>
<p>***<span style="text-decoration:underline;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Este é um país que vai pra frente&#8230;</strong></span></p>
<p>Não é exagero dizer que o Brasil está à beira do status de superpotência+<br />
<strong>(“Financial Times”</strong>, jornal inglês)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Sem medo do medo</strong></span></p>
<p>Entre os 30 e 40 anos de idade, minha atitude em relação à morte ficou calma e equilibrada. Sinto que ela é um marco de nossa existência, mas de modo nenhum o último.<br />
(<strong>Alexander Soljenitsin</strong>, escritor e dissidente russo, Nobel de Literatura em 1970)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Valha-nos Deus!</strong></span></p>
<p>Observando a realidade do cristianismo no Brasil, posso chegar também a uma honesta e sincera conclusão: estou horrorizado com grande parte desse mundo evangélico.<br />
<strong>(Maurício Price</strong>, médico e pastor)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Valha-nos Deus! II<br />
</strong></span></p>
<p>&#8220;Comigo ninguém pode – A  maior corrente do Brasil” (campanha numa <strong><span style="text-decoration:underline;"><strong>igreja</strong></span></strong> da Grande São Paulo).</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Valha-nos Deus! III</strong></span></p>
<p>&#8220;Peguei a igreja com US$ 25 mil e deixei com quase US$ 40 mil de doações mensais. Aprendi a extorquir o povo, tenho até vergonha de falar” (depoimento de um <strong>ex-pastor  da Universal</strong> em reportagem na revista <em>Época</em>).</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Civilização suspeita</strong></span></p>
<p>O ser humano é controlado por uma civilização e pelas leis. Ele não mata, não porque não tenha vontade, mas porque sabe que será castigado. Somos todos potencialmente assassinos.<br />
<strong>(Caterina Koltai</strong>, psicanalista e socióloga, professora na PUC–SP)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Maranata</strong></span></p>
<p>“Talvez, quando Jesus voltar, ele me faça  entender o que aconteceu” (<strong>Farah  Jorge Farah</strong>, médico que matou e esquartejou a ex-amante. A Justiça lhe  concedeu o direito de recorrer da condenação em liberdade).</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Isca da natureza</strong></span></p>
<p>O sexo tem um propósito e uma intenção procriadora. O prazer sexual é uma isca da natureza que leva ao ato procriador. O prazer, o companheirismo duradouro e todo o bem-estar dele decorrentes são altamente significativos, todavia não o esgotam, nem justificam o hedonismo excessivo de ontem, de hoje e de sempre. <strong>(Guilhermino Cunha</strong>, pastor da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Poodle de divã</strong></span></p>
<p>Dê à sua filha uma chance de casar com um rapaz decente (e não estou falando dessas malditas classes sociais) em vez de casar com um “pit bull” de boate ou “poodle” de divã.<br />
<strong>(Fausto Wolf</strong>, colunista do “Jornal do Brasil”)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Santa salada</strong></span></p>
<p>Antigamente você se dizia católico. Hoje você é batizado na Igreja Católica, joga flores a Iemanjá, tem a casa decorada pelos princípios do Feng Shui e segue o budismo.<br />
<strong>(Luli Radfahrer</strong>, professor na USP)</p>
<p>***</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Teologia em casa<br />
</strong></span></p>
<p>&#8220;A própria Bíblia diz que Deus escreve certo por  linhas tortas&#8221; (diálogo na novela <em>Alma  Gêmea</em>).</p>
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		<title>Duas Palavras e um Abismo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 03:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Duas Palavras e Um Abismo

Por Luiz Leite
Ao ouvir uma entrevista do jovem Piquet dando esclarecimentos acerca do seu desempenho no grande picadeiro do circo da Fómula Um, uma palavrinha me chamou a atenção. Perguntado pelo entrevistador sobre o que gostaria de dizer para o público brasileiro, ele respondeu: &#8220;Gostaria de pedir desculpas&#8230;&#8221;
É curioso como é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1229&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong>Duas Palavras e </strong><strong>Um Abismo<br />
</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p><strong>A</strong>o ouvir uma entrevista do jovem Piquet dando esclarecimentos acerca do seu desempenho no grande picadeiro do circo da Fómula Um, uma palavrinha me chamou a atenção. Perguntado pelo entrevistador sobre o que gostaria de dizer para o público brasileiro, ele respondeu: <em>&#8220;Gostaria de pedir desculpas&#8230;&#8221;</em></p>
<p><strong>É</strong> curioso como é fácil pedir desculpas&#8230; difícil mesmo é pedir perdão! São duas palavrinhas que se parecem tão próximas, mas ao mesmo tempo podem distar anos luz uma da outra. Um pedido formal de desculpa, como o do jovem piloto, é tão vazio e questionável quanto o choro sem lágrimas, uma vez que são estas que caracterizam aquele, ainda que nem sempre brotem sentidas na proporção exata do dano ou da fraude cometida.</p>
<p><strong>P</strong>ara pedir desculpas não é necessário rasgar o coração; admite-se um erro, mas não se chora por ele&#8230; Um pedido de perdão, entretanto, não sai espontânea e suavemente dos lábios de ninguém; vem sempre através de um trabalho de parto difícil que envolve contrações e muita dor.</p>
<p><strong>U</strong>m pedido de desculpa é comum no mundo dos homens civilizados; faz parte do protocolo das boas maneiras, mas não carrega em si dor alguma, lamento algum, e por essa mesma razão, ainda que sob o verniz da etiqueta social, não produz homens melhores.</p>
<p><strong>H</strong>á um verdadeiro abismo entre os dois vocábulos. Se ao pedir desculpas eu reconheço um erro, ao pedir perdão eu reconheço um pecado. Um erro ocorre como resultado de imperícia, imprudência, desatenção&#8230; Pecados, por sua vez, são maquinados na mente, gestados no coração e por fim executados a partir de uma malignidade, negada, mas intrínseca a todos os  homens.</p>
<p><strong>N</strong>uma prece antiga da igreja romana conhecida como <strong>Confiteor</strong> (<em>Eu confesso</em>) os fiéis rezavam dizendo: <em>&#8220;Confiteor Deo omnipotenti (&#8230;) quia peccavi nimis cogitatione verbo, et opere: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa&#8230;&#8221; </em>&#8220;Eu confesso Deus onipotente que tenho pecado em palavras e atos&#8230; Minha culpa, minha máxima culpa.&#8221;</p>
<p><strong>É</strong> relativamente fácil pedir perdão a Deus. Difícil é pedir perdão ao próximo. Coisa mole é se humilhar diante de Deus numa prece chorosa; Dureza, entretanto, é humilhar-se diante do outro e conceder que ele está certo. Justificamos enquanto podemos, mesmo quando sabemos que delinquimos. Assim muitos vão vida a fora, qual delinquentes existenciais, reincidindo, incorrigíveis&#8230;</p>
<p><strong>R</strong>econhecer que erramos não exige esforço demasiado; falseamos bem estas coisas. além do mais, como já ventilado, um erro pode ser atribuido a um acidente qualquer, de cálculo, seja aritmético, geométrico ou trigonométrico&#8230; Assim conclui-se o por que da ponte que caiu, do prédio que caiu, do avião que caiu&#8230;</p>
<p><strong>A</strong>dmitir o pecado, todavia, é levantar o hábito da suposta santidade e expor-lhe as vergonhas. Por que o casamento caiu? por que a parceria ruiu? por que&#8230;? bem, nestes casos, não foi por conta de uma conta mal feita; Não cabe aí pedidos de desculpa. O elemento que faz ruir relacionamentos, que rompe alianças, que violenta a sociedade e defenestra as almas se chama pecado!</p>
<p><strong>N</strong>ão há pedido de desculpas que possa expiar a culpa pelo pecado. Enquanto o jovem piloto, e todos nós com ele, não aprendermos esta lição, continuaremos sendo um fracasso, ainda que cobertos pelo falso brilho que inebria a tantos no grande picadeiro deste circo imenso.</p>
<p><strong>Q</strong>ual seria o resultado se, ao invés de tentarmos esconder nossas vergonhas com as folhas de parreira da desculpa, viéssemos à público e confessássemos: <em>&#8220;Tem misericórdia de mim porque pequei contra ti!&#8221;</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Explicando o Inexplicável</title>
		<link>http://luizvcc.wordpress.com/2009/09/30/explicando-o-inexplicavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[contigência]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[tomás de aquino]]></category>

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		<description><![CDATA[
Explicando o Inexplicável
Por Luiz Leite
Texto publicado na Coluna Pastoral da Revista Eclésia, edição Set/09
É imenso o desafio de se dar explicação ao inexplicável. A filosofia, para lidar com esses becos aparentemente sem saída e para colocar uma mordaça na boca da irrequieta razão que quer fazer sentido de tudo, inventou a contingência. Todos os eventos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1185&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-full wp-image-1225" title="pesquisa_opiniao_01" src="http://luizvcc.files.wordpress.com/2009/09/pesquisa_opiniao_01.jpg?w=200&#038;h=199" alt="pesquisa_opiniao_01" width="200" height="199" /></p>
<p><strong>Explicando o Inexplicável</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p>Texto publicado na<a href="http://eclesia.com.br"> Coluna Pastoral da Revista Eclésia,</a> edição Set/09</p>
<p style="text-align:justify;">É imenso o desafio de se dar explicação ao inexplicável. A filosofia, para lidar com esses becos aparentemente sem saída e para colocar uma mordaça na boca da irrequieta razão que quer fazer sentido de tudo, inventou a contingência. Todos os eventos que estão além da nossa capacidade de processamento podem enfim ser enfiados no escaninho da contigência, deixados pra lá&#8230; não há por que, nem pra quê&#8230; Esquece!</p>
<p>Resta aos pobres e limitados pensadores considerar a contigência, pois há muita coisa para as quais simplesmente não há explicação. Conclui-se que temos que nos resignar diante do fato de que coisas ruins acontecem, que o universo é um sistema aberto em termos de possibilidades e que essas não obedecem a um padrão claro ou lógico. Afinal, diria o existencialista ateu, tudo é absoluta e absurdamente despropositado. Não há nenhum padrão nos acontecimentos. Não há nenhuma inteligência superior e amorosa governando nada!</p>
<p style="text-align:justify;">A inescapável e ardilosa armadilha da contingência permanece com sua boca aberta, pronta a tragar filósofos e teólogos. O acaso nos deixa perplexos quando nos afeta direta e friamente sem consultar a quem quer que seja. As coisas simplesmente acontecem e ponto final. Homens honestos sofrem, pessoas ruins &#8220;prosperam&#8221;, crianças são abusadas&#8230; Estamos sujeitos ao desprazer, ao dissabor, indefesos diante da dor, do abandono&#8230; Os existencialistas se irritam e denunciam o mundo como absurdo! Tem hora que dá vontade de fazer coro com eles.</p>
<p style="text-align:justify;">Por duas vezes essa semana fui convidado a olhar para o abismo através de um artigo de Ricardo Gondim, sobre o sinistro da Air France, e uma pregação de Ed Renê, que vim ouvindo no trajeto de São Paulo para Belo Horizonte. Devo concordar com Ed Renê, que se refere ao autor do livro bíblico de Eclesiastes como possivelmente o primeiro dos existencialistas. Ele flagrou o absurdo daquilo que acontece &#8220;debaixo do sol&#8221;, e pior, para horror dos crentes que tem a mania de querer defender Deus, o publicou!</p>
<p style="text-align:justify;">Para os filósofos é bastante fácil e até mesmo confortável falar sobre a contingência. Para um teólogo crente (qual a razão do espanto? voce acha que todo teólogo é crente?), todavia, a matéria se torna bastante indigesta. Não é fácil conciliar contingência e providência. Fica difícil para o pensador teísta aceitar a contingência porque um dos seus pressupostos mais fundamentais é aquele que afirma que Deus tem o controle sobre todas as coisas e que, como disse Jesus, nem um pardal cai do céu sem o seu consentimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a afirmação de Jesus nada acontece por acontecer. Se &#8220;<em>até os cabelos de vossas cabeças estão contados&#8221;, </em>então o mundo não foi abandonado pelo Criador como querem os deistas com o seu conceito de um deus indifente e ausente. Por quê o avião caiu no mar? por quê a bomba explodiu no mercado? Por quê&#8230;? Ora todas essas ocorrências, funestas ou não, tem uma explicação sim; Nós, entretanto, nos embaraçamos para responde-las, mas o fato de não sabermos como fazê-lo não significa que sejam inexplicáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">A contingência é possivelmente um dispositivo esperto forjado pela razão para nos ajudar a eximir a humanidade das responsabilidades que lhe cabem. Indo além, a contingência não apenas absolve o homem da sua participação no sinistro, como também o vitimiza, nutrindo a milenar rebeldia deste contra o Criador; Este sim, é o vilão, responsável pelo caos, afinal tudo não é feitura Dele?</p>
<p style="text-align:justify;">Admitamos: Não temos resposta para tudo. Não controlamos todas as variáveis.  Na verdade não temos o controle de nada! Isto nos irrita grandemente, ferindo de morte nossa estúpida e desmedida pretensão. Inoculados com a peçonha da serpente, ainda hoje mantemos uma pose soberba, acreditando na suprema mentira em vez de rendermo-nos humildemente aos pés da Suprema Verdade. A nossa imensa fragilidade e limitação é flagrante. Insistimos, todavia, em manter uma pose que projeta uma imagem enganosa de nós mesmos. Por nos avaliarmos por esta escala equivocada é que cometemos os tantos erros que resultam em tantas expressões de pasmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Aviões caem, tetos de igrejas caem, navios afundam, balas perdidas encontram alvos inocentes&#8230; a meningite mata, a gripe suína mata, a AIDS mata&#8230; morre-se no atacado, em grandes conflitos bélicos, morre-se no varejo, no recesso da família, morre-se a prestação, inalando a fumaça do tabaco, do crack ou dos gases expelidos por automóveis e chaminés&#8230; Todas essas ocorrências são em si suficientes para nos deixar prostrados, confusos e infelizes.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem respostas para explicar o inexplicável, resumimos o desconforto a um golpe da contingência. Ora, se tudo fosse contingencial não haveria plano algum, e por extensão não haveria também  necessidade de Deus algum. Se não há propósito, como poderíamos dirigir nossas preces a Deus e clamar: Guia-me. Por quê oramos então? Se existe um Deus que guia, então há um propósito por trás da grande trama! Assim cremos. Assim pregamos!</p>
<p style="text-align:justify;">O autor do livro biblico de Eclesiastes diz que <em>&#8220;Deus fez todas as coisas perfeitas a seu tempo&#8230;&#8221; </em>Ainda que os céticos torçam o nariz quando se relaciona o surgimento do mundo a um criador, o que sustentamos é que assim mesmo foi que tudo se fez, por força do ato de vontade Daquele que criou todas as coisas, e isto, com propósito.</p>
<p style="text-align:justify;">São Tomás de Aquino em sua Suma Teológica afirma:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>A criação das coisas por parte de Deus é a melhor, pois é próprio de quem é o Melhor fazer tudo da melhor maneira. Ora, é melhor fazer uma coisa em vista de um fim do que fazê-la sem visar uma finalidade. Por conseguinte, Deus fez as coisas com vistas a uma meta.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizvcc.wordpress.com/1185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizvcc.wordpress.com/1185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizvcc.wordpress.com/1185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizvcc.wordpress.com/1185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizvcc.wordpress.com/1185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizvcc.wordpress.com/1185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizvcc.wordpress.com/1185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizvcc.wordpress.com/1185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizvcc.wordpress.com/1185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizvcc.wordpress.com/1185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1185&subd=luizvcc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>De Ore Dei</title>
		<link>http://luizvcc.wordpress.com/2009/09/22/de-ore-dei/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 01:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[
De Ore Dei
Por Luiz Leite
&#8220;Non in solo pane vivit homo, sed in omni verbo quod procedit de ore Dei.&#8221;
Ainda que essencial para a manutenção da vida, o pão não é tudo. Nem só de pão vive o homem, disse Jesus, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Jesus revela algo tão curioso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1192&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong>De Ore Dei</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p><em>&#8220;<strong>N</strong>on in solo pane vivit homo, sed in omni verbo quod procedit de ore Dei.&#8221;</em></p>
<p><strong>A</strong>inda que essencial para a manutenção da vida, o pão não é tudo. Nem só de pão vive o homem, disse Jesus, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Jesus revela algo tão curioso quanto poderoso nessa que é uma das passagens bíblicas mais largamente difundidas e decoradas.</p>
<p><strong>P</strong>recisamos do pão, alimento orgânico, mas a vida nao se resume a esta esfera de necessidade. Temos outras necessidades, que não aquelas intrínsecas à nossa materialidade. Precisamos de palavras para viver!</p>
<p><strong>S</strong>omos alimentados, sobretudo, por mensagens! Palavras nos alimentam. São as palavras que nos animam a prosseguir, a perseverar, a acreditar&#8230; A criatura humana, diferentemente das demais, que vivem sob o impulso do instinto, reage ao poder da palavra.</p>
<p><strong>M</strong>ensagens nos afetam num nível tão profundo que são capazes de reprogramar nossas mentes e nos reorientar na vida, alterando dramaticamente o curso de nossa existência. Tanto para bem quanto para mal, as palavras produzem efeitos impressionantes! Podem tanto devastar a alma, precipitando-a para os substratos mais sombrios do abismo, quanto turbina-la, emprestando-lhe propulsores poderosos que a lançem nas maiores alturas.</p>
<p><strong>N</strong>ão vivemos apenas de pão! <em>Non in solo pane vivit homo&#8230; </em> Precisamos de pão espiritual, para o sustento do espírito, onde reside o princípio ativo da vida.  Jesus disse ser ele mesmo esse pão.<em> &#8220;Eu sou o pão vivo que desceu do céu&#8230;&#8221; </em>e ajuntou<em>: &#8220;Quem de mim se alimenta por mim viverá.&#8221;<br />
</em></p>
<p><strong>S</strong>e voce tem comido o pão que o diabo amassou, experimente comer do PÃO que amassou o diabo! Coma das palavras de Jesus e viva por elas.</p>
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		<title>Pulgas sobre a Rocha!</title>
		<link>http://luizvcc.wordpress.com/2009/09/17/1218/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 21:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pulgas sobre a Rocha!
Por Luiz Leite
Sim, como pulgas sobre a Rocha, labutaram em vão aqueles que se levantaram contra a Bíblia e seu conteúdo. Apesar de todos os ataques sofridos através dos séculos, a mensagem do Evangelho permanece sendo a mais inteligente proposta já feita ao homem! Voce precisa conferir!



      [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1218&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong>Pulgas sobre a Rocha!</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p>Sim, como pulgas sobre a Rocha, labutaram em vão aqueles que se levantaram contra a Bíblia e seu conteúdo. Apesar de todos os ataques sofridos através dos séculos, a mensagem do Evangelho permanece sendo a mais inteligente proposta já feita ao homem! Voce precisa conferir!</p>
<p><strong><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://luizvcc.wordpress.com/2009/09/17/1218/"><img src="http://img.youtube.com/vi/NOTqnbLv5JA/2.jpg" alt="" /></a></span></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NOTqnbLv5JA"><br />
</a></strong></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizvcc.wordpress.com/1218/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizvcc.wordpress.com/1218/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizvcc.wordpress.com/1218/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizvcc.wordpress.com/1218/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizvcc.wordpress.com/1218/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizvcc.wordpress.com/1218/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizvcc.wordpress.com/1218/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizvcc.wordpress.com/1218/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizvcc.wordpress.com/1218/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizvcc.wordpress.com/1218/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1218&subd=luizvcc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Jesus Histórico</title>
		<link>http://luizvcc.wordpress.com/2009/09/11/o-jesus-historico/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 15:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O Jesus Histórico
Por Luiz Leite
Extraído do livro A INTELIGÊNCIA DO EVANGELHO de Luiz Leite
Com respeito ao Novo Testamento em si, qualquer crítica que questione o seu valor só pode proceder de alguém que ignora os fatos. Podemos afirmar que o Novo Testamento é um dos escritos antigos mais bem documentados que existem. Milhares de manuscritos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1211&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-full wp-image-1213" title="inteligencia-do-evangelho4-1" src="http://luizvcc.files.wordpress.com/2009/09/inteligencia-do-evangelho4-1.jpg?w=199&#038;h=298" alt="inteligencia-do-evangelho4-1" width="199" height="298" /> </p>
<p><strong>O Jesus Histórico</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p><strong>Extraído do livro A INTELIGÊNCIA DO EVANGELHO de Luiz Leite</strong></p>
<p><strong>C</strong>om respeito ao Novo Testamento em si, qualquer crítica que questione o seu valor só pode proceder de alguém que ignora os fatos. Podemos afirmar que o Novo Testamento é um dos escritos antigos mais bem documentados que existem. Milhares de manuscritos antigos, cobrindo um período que vai, desde o século II até a invenção da imprensa, estão à disposição dos eruditos. Champlin diz:</p>
<p><em>“Admira-nos quão escassa é a evidência em forma de manuscritos que há em favor dos grandes clássicos não bíblicos. Alguns deles dependem de alguns poucos manuscritos medievais. (&#8230;) As obras de muitos autores famosos da antiguidade foram preservadas para nós somente em manuscritos compostos na Idade Média. Em contraste com isso, o Novo Testamento conta com 5000 manuscritos gregos, alguns dos quais datam de cerca de um século após a composição dos originais&#8230;</em></p>
<p>Geisler nos conta que o clássico da literatura secular antiga mais documentado é a <em>Ilíada</em> de Homero, sobrevivendo em apenas 643 cópias manuscritas. Todavia, se levarmos m consideração todos os manuscritos do NT, além daqueles produzidos em língua grega, teríamos um total de mais de 14 mil cópias! Revela-nos ainda um fato surpreendente:</p>
<p><em>“Além disso, se compilarmos as 32 289 citações dos pais da igreja primitiva dos séculos II a IV, podemos reconstruir todo o NT com exceção de onze capítulos”. </em></p>
<p>Diante de tão numerosas evidências documentais, é fácil dar crédito à historicidade do Novo Testamento. Além de contar com manuscritos antigos, o estudioso das Escrituras pode contar também com manuscritos precisos. Frederic Kenyon, autoridade reconhecida sobre manuscritos antigos, citado por Geisler em sua Enciclopédia Apologética, disse acerca do NT:</p>
<p><em>“O número de manuscritos do NT, de traduções antigas e de citações dele nos autores mais antigos da Igreja é tão grande que é praticamente garantido que a leitura correta de toda passagem duvidosa é preservada em uma outra dessas autoridades antigas. Não se pode dizer isso sobre nenhum outro livro antigo no mundo”. </em></p>
<p>Se, diante de tanta prova torna-se fácil verificar a autenticidade do NT, difícil é acreditar, como querem os céticos, que um punhado de pessoas iletradas, oriundas de uma região obscura e sem qualquer relevância cultural, tenha produzido uma história tão fascinante, tendo por centro da trama o mais eletrizante personagem que a história humana já teve notícia.</p>
<p><strong>C</strong>om respeito à pessoa de Jesus, muitos têm objetado a possibilidade de sua existência e procurando reduzi-lo a uma figura mitológica. Personagens famosos de áreas diversas tem se pronunciado a respeito de Jesus, deixando claro que o fascínio do Cristo é grande demais para ser verdadeiro. Bertrand Russel disse em seu ensaio <em>Por que não sou cristão</em>:</p>
<p><em>“Historicamente é muito duvidoso que Cristo tenha sequer existido, e se existiu não sabemos nada a seu respeito.”</em></p>
<p>Bertrand Russel, ateu confesso, bem como os demais céticos iluministas e toda a produção teológica liberal do século XIX, desejava submeter o Evangelho às regras do método científico. Entretanto, apesar dos relativamente recentes questionamentos envolvendo o elemento fundamental da fé cristã, autores antigos célebres como Tácito (115 d. C), Suetônio (125 d.C) e Plínio, o Jovem (110 d.C), fazem menção dele, não como um mito, mas como um personagem histórico.</p>
<p>Além desses pode-se encontrar traços do Jesus histórico em Flávio Josefo, importante historiador judeu, ainda que a referida menção seja questionada pela crítica como possível interpolação. Diz-nos Josefo: </p>
<p><em>“Nesse mesmo tempo apareceu Jesus, que era um homem sábio, se, todavia, devemos considerá-lo simplesmente como um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não por somente muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios. Era o Messias.” </em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizvcc.wordpress.com/1211/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizvcc.wordpress.com/1211/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizvcc.wordpress.com/1211/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizvcc.wordpress.com/1211/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizvcc.wordpress.com/1211/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizvcc.wordpress.com/1211/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizvcc.wordpress.com/1211/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizvcc.wordpress.com/1211/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizvcc.wordpress.com/1211/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizvcc.wordpress.com/1211/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1211&subd=luizvcc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Senatus Populusque Romanus</title>
		<link>http://luizvcc.wordpress.com/2009/08/30/senatus-populusque-romanus/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 02:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[josé sarney]]></category>
		<category><![CDATA[renan calheiros]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>

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		<description><![CDATA[
S.P.Q.R
Por Luiz Leite
A sigla emblemática S.P.Q.R (Senatus Populusque Romanus)  é quase onipresente na história do império romano. Expressa a proeminência fundamental do Senado como uma de suas mais importantes  instituições políticas. Remonta os anos iniciais de um pequeno reino na península itálica que mais tarde se transformaria num dos mais  imponentes impérios de que se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1200&subd=luizvcc&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignnone size-medium wp-image-1201" title="800px-Spqrstone" src="http://luizvcc.files.wordpress.com/2009/08/800px-spqrstone.jpg?w=300&#038;h=156" alt="800px-Spqrstone" width="300" height="156" /></p>
<p><strong>S.P.Q.R</strong></p>
<p><strong>Por Luiz Leite</strong></p>
<p><strong>A</strong> sigla emblemática S.P.Q.R (<em>Senatus Populusque Romanus</em>)  é quase onipresente na história do império romano. Expressa a proeminência fundamental do Senado como uma de suas mais importantes  instituições políticas. Remonta os anos iniciais de um pequeno reino na península itálica que mais tarde se transformaria num dos mais  imponentes impérios de que se tem notícia.</p>
<p><strong>R</strong>ômulo, primeiro rei do reino que alcançaria o status de <em>imperium</em> teria sido o fundador do senado. Antes mesmo da fundação de Roma (753 BC) já funcionava na terras da Itália  uma espécie de suprema corte, conselho tribal composto por anciãos. <sup><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roman_senate#cite_note-Abbott.2C_6-4"><span> </span></a></sup>Rômulo adotou a idéia do conselho tribal de ançiãos, oficializando a famosa instituição. O termo &#8220;senado&#8221; procede do latim <strong><em>&#8220;Senex&#8221;</em>,</strong> significando <em>&#8220;homem velho&#8221;. </em>Senado significa, portanto, literalmente, <em><strong>&#8220;conselho de homens velhos&#8221;.</strong></em></p>
<p><strong>E</strong>ste<em><strong> Conselho </strong></em>de &#8220;homens velhos&#8221; era uma instância da mais alta respeitabilidade pois ali supostamente prevalecia a voz da sabedoria e da razão. Os povos podiam entregar o leme da nação ao <strong><em>Senatus</em></strong>. Homens íntegros zelavam pelos rumos do interesse comum obedecendo a um código de honra estrito.</p>
<p><strong>H</strong>oje, o que se vê no Senado brasileiro é absolutamente constrangedor;  Causa profunda indignação saber que se assentam nos lugares de tão grande importância, homens cuja credibilidade está comprovadamente comprometida por mil conchavos. As nódoas em suas fichas falam por si.</p>
<p><strong>A</strong> casa que deveria representar o bastião da ética na política tornou-se um covil de salteadores. O Senado brasileiro, tal como hoje se apresenta, guardadas talvez algumas raras exceções, não faz jus ao nome. O <em>&#8220;Conselho de homens velhos&#8221;</em>, tradução do termo Senado, sugerindo a confiabilidade dos anciãos, poderia ser melhor traduzido, no nosso caso, por <strong><em>&#8220;Conselho de homens velhacos&#8221;.</em></strong></p>
<p><strong>M</strong>orre de vergonha o cidadão brasileiro que, com alguma consciência política, (milhões não a tem!) tem que engolir como senadores da república em seu país, um elenco que mais se parece com os personagens daquele conto das arábias, <em>&#8220;Ali Babá e os quarenta ladrões&#8221;! </em>Se as articulações desavergonhadas que ocorrem ali fossem descobertas em outros países, os tais senadores já há muito teriam saído da cena, abrindo mão de seus mandatos, ou até mesmo, como já visto em algumas ocasiões, cometido suicídio!</p>
<p><strong>B</strong>rasil, mostra sua cara! Apenas a cara pintada do protesto, entretanto, não resolve. Em algum lugar, no meio da noite, precisamos também de olhos molhados!</p>
<p> </p>
<p><sup><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roman_senate#cite_note-Abbott.2C_6-4"><span><br />
</span></a></sup></p>
<p><sup><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roman_senate#cite_note-7"><span><br />
</span></a></sup></p>
<p><em><a title="Interregnum" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Interregnum"></a></em><sup><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Roman_senate#cite_note-Abbott.2C_3-1"><span><br />
</span></a></sup></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/luizvcc.wordpress.com/1200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/luizvcc.wordpress.com/1200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/luizvcc.wordpress.com/1200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/luizvcc.wordpress.com/1200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/luizvcc.wordpress.com/1200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/luizvcc.wordpress.com/1200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/luizvcc.wordpress.com/1200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/luizvcc.wordpress.com/1200/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/luizvcc.wordpress.com/1200/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/luizvcc.wordpress.com/1200/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=luizvcc.wordpress.com&blog=3791436&post=1200&subd=luizvcc&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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